Será que todas as autoridades que por ali passam diariamente são incompetentes para o efeito de corrigir a situação?Nota* Dentro da elipse amarela conseguem ver-se os limites dos azulejos da placa toponímica.
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Contribuir para o aumento da consciência cívica dos portugueses; promover uma cultura de cidadania responsável e exigente; alertar para os efeitos nocivos da corrupção; veicular situações de falta de transparência.
Será que todas as autoridades que por ali passam diariamente são incompetentes para o efeito de corrigir a situação?Publicado por jmf1957 em 18 Abril, 2010
Não jogo golfe. Não se me recordava de ter ouvido falar da Ryder Cup e ainda nem sei muito bem o que é – para além de dizerem ser o maior evento da modalidade à escala mundial. As notícias sobre a possibilidade de a Ryder Cup 2018 se realizar em Portugal não têm tido muito destaque. Suspeito até que a maioria dos portugueses nunca ouviu falar de tal coisa. E por isso compreendo o descaramento.| Responda à pergunta do questionário e ganhe um voucher de 450 euros para utilizar no JUMBO. O seu numero de participante é o 2229. Os vencedores dos prémios serão informados e receberão os seus prémios o mais rapidamente possivel. O JUMBO oferece uma vasta gama de produtos a preços acessíveis para a maioria das pessoas. |
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Na cidade de Lisboa, Rua de S. Lázaro, um "modelo" de edifício em plena zona sísmica, cujo estado e tipo de construção não augura certamente muita resistência mesmo que a um pequeno abalo.Quando preencherem o impresso do IRS irão verificar da existência de um campo , no Anexo H, relativo à certificação energética.
Há que responder se o imóvel tem ou não classificação "A+" ou "A".
Obviamente que a maioria não tem certificação, logo o campo a preencher é o NÃO.
Dizem os funcionários das Finanças que este campo não terá penalização no valor a ser reembolsado.
Façam, no entanto, v/ simulação com o Sim e com o Não. Concluirão que o valor a ser reembolsado será diferente, num e noutro caso. Ou seja :é-se penalizado (mais ou menos entre 50€ a 100€) !!!
Daqui para a frente, e ENQUANTO NÃO SE TIVER a dita certificação, ser-se-à penalizado todos os anos. Para a requerer há que desembolsar +/- 200€, sendo válida por 15 anos.
Mas a "história" não termina aqui. Só e apenas não ocorrerá PENALIZAÇÃO se o resultado da certificação conceder a classificação "A" ou "A+"... Se o certificado indicar a classificação B ... já haverá penalização Fiscal!!!!!!
Contactada a DECO a mesma confirmou a legalidade da situação, embora concordasse que a informação da comunicação social fosse nula....
Porque será?
Abaixo está um site que vos elucidará sobre este assunto, uma vez que esta lei já existe desde 2006...
Os imóveis de luxo, construídos em 2007, eram os poucos ou únicos que tinham tal certificação.
Para o IRS/2009 já não vamos a tempo de pedir a certificação.
Mas mesmo que tivessemos certificação só não seriamos penalizados no IRS se a mesma fosse do escalão "A" ou "A+"...
Quem está a construir casa é de pedir a certificação ao construtor.
Nas casas novas, caso não tenham pré-instalação de painéis solares e/ou soluções ecológicas, ocorrerá agravamento do IMI, pois serão consideradas casas "Não Verdes" .
Para alterar o sistema há que instalar PAINEIS SOLARES , seja para gerar água quente ou electricidade.
Até Julho/Agosto a C.G.Depósitos financia a instalação e montagem de painéis solares, "oferecendo" a Direcção Geral de Energia 50% do valor da instalação.
Caixas Multibanco
Ainda há pouco tempo circulavam mails sobre o assunto Caixas Multibanco do seguinte teor:
"Não fui eu que tive a experiência relatada, mas reencaminho para que estejamos todos bem informados…
Deve ser o primeiro 'ensaio' dos bancos para aplicarem a taxa há tanto tempo proposta (principalmente pelo BCP) e que não tem conseguido 'passar'...
Porém, em tempo de crise... Atenção a estes símbolos somos roubados de forma autorizada muito cuidado!!! Atenção às caixas Multibanco com estes símbolos
ROUBALHEIRA NetPay! Tenham CUIDADO Atenção – caixas Multibanco NetPay Uma forma dissimulada de sacar os nossos € - No mês passado efectuei um levantamento numa máquina ATM que me parecia perfeitamente normal. Então ao receber o extracto da minha conta verifiquei que me tinham sido cobrados 3,30€ de comissões associadas a um levantamento de 50,00€. Contactei o meu banco e fui informado que tinha utilizado uma máquina ATM de uma nova rede chamada NetPay. Ao que fui informado todos os levantamentos são efectuados a crédito sendo cobrada uma taxa fixa de 1,5€ mais os juros respectivos.
Ao que parece estas máquinas estão identificadas como pertencendo à rede NetPay pelo que antes de efectuarem levantamentos não se esqueçam de verificar a rede em que o vão fazer."
Esta situação efectivamente existiu. mas já está regularizada.
A razão dos levantamentos efectuados na Rede NetPay do BPN serem taxados deveu-se ao facto do processador deste sistema ser a VISANET e não a SIBS (Multibanco). Dado tratar-se de uma rede internacional os cartões nacionais ao procederem aos levantamentos na NetPay eram “vistos” como cartões nacionais a operar no estrangeiro e por isso sujeito a taxas de serviço.
Com a nacionalização do BPN uma das medidas tomadas pela CGD foi migrar as ATMs do BPN para a Rede Multibanco e acabar com esta situação.
Mas Atenção que há novidadesSaiu a legislação que proíbe o
pagamento de taxas pelo uso do
MultiBanco:
Decreto-Lei 3/2010, de 05 de Janeiro
O Projecto Limpar Portugal (PLP) é um movimento cívico cujo objectivo é promover a educação ambiental por intermédio da iniciativa de limpar a floresta portuguesa no dia 20 de Março de 2010.
| Artigo de Mário Crespo publicado no Jornal de Notícias, com a devida vénia e sublinhados nossos, que podiam, em vez destes, ser outros: |
O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.
Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.
O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.
Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca.

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