sábado, agosto 08, 2020

"Adendas" inaceitáveis à sinalização rodoviária (1)

Numa das entradas em Braga por estrada nacional, encontra-se em Agosto de 2020 e há muito tempo (anos, pelo menos 6 como a outra foto de 2014 mostra), um escrito injurioso para uma cidade próxima (Guimarães) que as fotos documentam:
Abaixo a foto de 2014:
Será isto aceitável e que se mantenha assim tanto tempo sem intervenção das entidades responsáveis?

Fotos de JPVB

sexta-feira, janeiro 24, 2020

A CARRIS em Lisboa em 2020

Em Janeiro de 2020, na Praça Duque de Saldanha, é esta a situação dos quadros informativos dos transportes, tão úteis para os utilizadores porque os informam do tempo de espera das carreiras que pretendem utilizar. Mas para além desta informação já não estar disponível, também o péssimo estado deteriorado dos postes e dos quadros que deviam prestar essa informação não é admissível numa cidade, para mais a capital deste País.

Foto de 23JAN2020 de JPVB

terça-feira, janeiro 14, 2020

Património mal conservado: Em Barcelos (1)


Estranhamente, uma casa datada de 1615 (conforme inscrição na respectiva fachada, da casa da direita da foto) e situada numa zona central da cidade de Barcelos próxima do centro histórico e da área duma feira semanal visitada por inúmeros forasteiros, encontra-se há muito tempo no estado que a foto documenta .
Foto de JPVB de 12JAN2020

quarta-feira, janeiro 08, 2020

Estátuas em Lisboa

Já em 03 de Junho de 2018 aqui referimos a situação de esculturas em Lisboa sem qualquer identificação. Nem o título das obras, nem o nome do escultor e é esta a situação que aqui relatamos e que resulta de falta de cuidado e atenção da Camara Municipal de Lisboa:

Foto de JPVB de 20DEZ2019

sexta-feira, dezembro 06, 2019

O Terreiro do Paço em Lisboa em 06DEZ2019

Em 06 de Dezembro de 2019 tivémos ocasião de nos deslocarmos ao Terreiro do Paço/ Praça do Comércio, um pouco uma sala de visitas da cidade de Lisboa, ficando impressionados com o que vimos: Em pleno Mar da Palha no Rio Tejo, na zona fronteira ao Terreiro do Paço, que constitui uma lindíssima vista que completa aquela área com um soberbo estuário que se estende à margem esquerda do Rio, um navio mercante porta-contentores ali fundeado cortando o enquadramento a que sempre estivémos habituados.
Como é possível que as autoridades portuárias o permitam, havendo outros espaços disponíveis de fundeadouro que não colidam com aquilo a que assistimos?

Foto de JPVB

A CARRIS em Lisboa em 2019

Há meses, talvez há mais de um ou dois anos, que os quadros indicadores existentes nalgumas paragens dos transportes públicos de Lisboa - dos transportes colectivos da CARRIS - não funcionam, o que achamos inacreditável. Trata-se duma informação de grande utilidade para os utentes que nos tem sido vedada. A esta situação temos assistido numa zona de intensa utilização turística como é a Praça do Comércio / Terreiro do Paço, que voltámos agora a fotografar:

Foto de JPVB de 06DEZ2019

domingo, junho 03, 2018

Estatuária mal conservada (2)

Em Lisboa, no Jardim Irmã Lúcia junto à Praça de Londres sem identificação da peça e do escultor, mal conservada (as mãos partidas).  Até quando se vai manter esta situação?


Foto de JPVB de 06OUT2017

sexta-feira, junho 01, 2018

Sinais de transito em Lisboa que induzem em erro

Os sinais de transito tem que ser absolutamente claros não induzindo as pessoas em erro. E num País  muito visitado (em que o turismo está em alta), estes sinais tèm de ser de absoluta clareza. 
Não é de todo o caso dos sinais que em Lisboa levam diariamente automobilistas a incorrer inadvertidamente num sistema que propicia a caça à multa.   
O seguinte artigo é bem esclarecedor desta situação: 

E pergunta-se: Não é possível criar um sinal mais óbvio e esclarecedor para estas situações? Ou será que à EMEL é conveniente manter esta situação?

segunda-feira, julho 31, 2017

Chamadas curtas recebidas de números internacionais. Esclarecimento

Face aos questionamentos recebidos recentemente informa-se que se tem vindo a registar, nos últimos 10  dias, um tipo de fraude denominada Wangiri, termo japonês que significa “one ring and cut”, isto é, geração de chamadas curtas (“toques”) com o objectivo de deixar uma notificação de chamada perdida no destino (tipicamente um número móvel), incentivando-o a fazer chamada(s) de retorno.
Recomendamos o seguinte esclarecimento ao exterior, caso vos questionem, o qual já foi comunicada à DSC (Centro Tático) para efeitos de Atendimento de Reclamações de clientes:
«Temos conhecimento que existem números internacionais que por vezes realizam tentativas massivas de chamadas (toques) para diversos números móveis de forma aleatória, cujo objectivo é o utilizador devolver a chamada.
Sugerimos ao cliente que não retorne chamadas para números internacionais desconhecidos, de forma a evitar custos adicionais.»
No que se refere, ao divulgado nas redes sociais e em alguns órgãos de comunicação social, de que o atendimento e/ou as chamadas de retorno de/para estes números está associado à infeção dos equipamentos, com malware com clonagem de dados ou cartões, recomendamos o seguinte esclarecimento:
«Tal informação não é correta, uma vez que um telemóvel não fica infetado apenas pelo facto de receber ou efetuar uma simples chamada de voz, ou seja, tecnicamente, atender ou retornar uma chamada desse tipo não permite copiar dados armazenados no telemóvel ou no cartão.»

sexta-feira, maio 12, 2017

Informação (in)útil (2): CARRIS

 Real Time Information Panels 

CARRIS has started on April 2001 the process of implementation of electronic panels on bus stops, with information about estimated time (minutes) of bus arrival, allowing the customer to manage his own waiting time on bus stops. This is a continuous process of the company that, presently, has 350 installed panels.

Os quadros informativos, espalhados por grande parte da cidade de Lisboa em muitas paragens dos transportes públicos da CARRIS e anunciados no respectivo Sítio /Site, têm indicações de grande utilidade para os utentes, como as carreiras que aí passam e os tempos previstos de espera. 
Do que temos constactado é que esses quadros, continuam a existir na Capital mas não estando (muitos?, todos?) activos, não têm qualquer indicação ou informação que o confirme ou esclareça os possíveis passageiros.
É essa a situação que confirmámos em vários locais e mais recentemente no Terreiro do Paço  / Praça do Comércio como a fotografia mostra:
Enquanto a situação perdura, não poderiam ser tapados?

Foto de JPVB, em 11MAI2017 

terça-feira, maio 09, 2017

Situações anómalas: Em Lisboa (1)

Numa área de grande movimento de visitantes e especialmente de turistas (o Monumento aos Descobrimentos, em Belém - Lisboa) será aceitável dispor de espaço tão exíguo para a colocação de lixo?
E não fiquemos por aqui. Não haverá nada a fazer no tocante à sinalização de transito?


Foto de JPVB em 06MAI2017

domingo, abril 02, 2017

Aldrabices na NET (83)

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) alertou recentemente que estão a ser enviadas para alguns contribuintes através de correio electrónico falsas mensagens a solicitar a regularização de dívidas fiscais.
“Estas mensagens são falsas e devem ser ignoradas. O seu objectivo é convencer o destinatário a descarregar um ficheiro com conteúdo malicioso”, refere, na sua página na Internet, a Autoridade Tributária e Aduaneira.
A falsa mensagem que está a ser enviada a alguns contribuintes refere que está a ser feita uma actualização da lista de devedores e que o contribuinte tem de pagar um determinado valor para ser excluído da lista, pedindo depois para fazer download da respectiva factura para pagamento.
A AT recomenda aos contribuintes que apaguem a referida mensagem e que leiam o folheto informativo sobre Segurança Informática disponível no Portal das Finanças.

quinta-feira, fevereiro 09, 2017

Obras mal executadas em Lisboa? (1)

Terminadas recentemente as obras de melhoramento na Avenida Ribeira das Naus (Lisboa) junto às instalações da Marinha (e em boa hora mudado o piso metálico do pavimento cujo ruído na passagem das viaturas tornava o dia insuportável para quem ali trabalhava), já se notam sinais muito evidentes de ferrugem no gradeamento ali colocado, como a fotografia mostra:


Descuido ou ignorância na escolha dos materiais?

Foto de Fevereiro de 2017 de JPVB

sexta-feira, dezembro 09, 2016

Aldrabices na NET (82)

Tendo sido detectada uma campanha fraudulenta com conteúdo comprovadamente malicioso, utilizando de forma abusiva da imagem da Autoridade Tributária e Aduaneira e recebida via correio electrónico (email) intitulada Lista de devedores na Internet”


recordam-se os procedimentos a seguir em caso de recepção de emails com anexos e/ou hiperligações, e neste caso especificamente:
- Em caso algum deverá efectuar um clique com o rato na imagem constante do corpo do email (ver abaixo), acção essa que despoletará a descarga automática do software malicioso.
- De forma geral, em caso algum deverá abrir ou gravar anexo(s) em emails provenientes de remetentes desconhecidos e/ou inesperados, assim como eventuais hiperligações contidas nos mesmos.


terça-feira, outubro 18, 2016

Informação (in)útil? (1)

Habituei-me a ver na Imprensa e em cartazes espalhados por locais de boa visibilidade, especialmente em cidades europeias e nomeadamente em Bruxelas, informações úteis para os cidadãos sobre perturbações de trânsito motivadas por obras. E nessas informações, colocadas preferentemente antes do seu início, é perfeitamente clara a duração das obras que os podem afectar, referindo especialmente a data da sua finalização.
Não é contudo o critério em uso no caso em apreço, presentemente em Lisboa (Praça Duque de Saldanha), conforme a fotografia mostra:
Breves desde e até quando? 
No caso em apreço à atenção da Câmara Municipal de Lisboa e dos próximos candidatos à sua presidência.


Foto de 13OUT2016 de JPVB

sexta-feira, outubro 14, 2016

Toponímia e cultura LXVIX

Em Lisboa, esta placa toponímica parece-nos insuficientemente esclarecedora de quem foi (ou o que fez) efectivamente o homenageado. A Câmara Municipal de Lisboa (CML) terá certamente oportunidade para nos esclarecer e melhorar a informação.

Plácido António da Cunha Abreu (n. Lisboa, 21 de Novembro de 1903 – f. Vincennes, 10 de Junho de 1934) foi militar (oficial) e um piloto aviador português e mundial de acrobacia aérea.

Convidado para concorrer à Taça Mundial de Acrobacia Aérea, em Vincennes, França, triunfou nas provas preparatórias, classificando-se nos primeiros lugares nas que realizou no dia que precedeu a sua morte. A 10 de Junho de 1934 morre instantaneamente, dentro do seu avião em chamas, durante uma magnifica exibição no Campeonato Mundial de Acrobacia Aérea, em Vincennes. O avião que pilotava, ao terminar uma difícil prova, despenhou-se de 50 metros no solo, vitimando-o.

quinta-feira, outubro 06, 2016

Aldrabices na NET (81)

Mais uma aldrabice que pode ser perigosa para os nossos computadores, efectuada abusivamente em nome duma instituição bancária, o Santander Totta, (com origem em Comunicado Santander < nsghzic_postmaster@emmecaffe.com>):

Comunicado Importante

SELECT       VAN GOGH



Prezado cliente,

O seu acesso aos serviços do InternetBank estão suspensos temporariamente !

Motivo: Devido a greve, nossos sistemas tiverão uma atualização automatica, e todos nossos clientes SELECT é VANGOGH, deverão fazer a atualizacão, caso nosso sistema não confirme sua atualização, sua conta será bloqueada temporariamente.

Como eu posso evitar a suspensão ?

Através do link que disponibilizamos abaixo, ou em sua agência mais próxima.

Confirme sua atualização e evite o transtorno

Todos clientes Santander Select e VanGogh, deverão passar pelo processo de atualização.

Click Para Atualização




Central de Atendimento SantanderConsultas, Informacoes e Servicos Transacionais.

4004-3535 (Regioes Metropolitanas)




sábado, setembro 10, 2016

Perda de documentos: perigos (1)

Publicado em 6 de Setembro 2016 - 3ª. Feira), no sítio digital "Noticias ao Minuto".

O mais ajustado será deixar a documentação pessoal em casa (esperemos, para que a dita não seja ...assaltada!) e, em caso de necessidade ou exigência da mesma, apresenta-la subsequentemente, mesmo com a implicação de pagamento de coima, já que é bem menos penalizante do que suportar todo um infindável calvário, como o que aqui vai relatado !!! 

Notem MUITO BEM:
                     Toda esta situação COMEÇOU em 2009 -  HÁ SETE ANOS !!!!! E... sem fim à vista !!!!!!
Tenham o   MÁXIMO CUIDADO !!!!!

"(...) Um simples passeio pelo shopping transformou-se num dia que Sónia Alves jamais esquecerá.
 Tudo aconteceu em Agosto de 2009, numa loja de uma grande superfície comercial em Lisboa, enquanto experimentava umas sandálias.
 Foi vítima de furto.
 A mala, com todos os seus pertences, incluindo a carteira com todos os documentos, foi-lhe roubada.
 Perante esta situação fez o que lhe competia. 
 Dirigiu-se à esquadra da PSP mais próxima e apresentou a respetiva queixa.
 Ficou descansada.
 O próximo passo seria a habitual renovação de toda a documentação.
 Até aqui nada fora do ‘normal’.
Acontece que volvidos quase seis anos, em Dezembro de 2015, Sónia recebeu na sua residência, no concelho do Seixal, uma carta proveniente da Bélgica.
 Remetente? 
Os serviços fiscais do país.
 O assunto?
 Uma dívida superior a três mil euros (3.405,25 euros).
 Isto quando Sónia, de 33 anos, nunca saiu do território nacional, à excepção de uma viagem de finalistas a Espanha.
Dirigiu-se de imediato à esquadra da PSP da área de residência porque associou a dita carta belga ao furto da sua carteira anos antes.
 E estava certa?
 'Nim'.
 Eis o que Sónia descobriu
             A queixa devia ter sido introduzida à data (agosto de 2009) no sistema interno da PSP mas não foi, como também não foi introduzida no Sistema de Informação Schengen (SIS), que serve para os Estados do espaço Schengen, onde Portugal e a Bélgica estão inseridos, trocarem “informações a fim de combater a criminalidade organizada transnacional e o terrorismo”.
Contactado pelo Notícias ao Minuto, o porta-voz da PSP, o intendente Hugo Palma, assume que a introdução da queixa no SIS passa pela “intervenção humana”.
 Mesmo que o sistema informático não estivesse disponível quando Sónia fez a queixa (o que sucedeu), a mesma deveria ter sido inserida posteriormente.
 O que não se verificou.
 Ainda assim, explicou o porta-voz da PSP, mesmo que tudo tivesse decorrido com normalidade, a situação com que Sónia se confronta atualmente não seria evitada.
 Isto porque, explicou o responsável, o “sistema funciona [em rede mas] só entre polícias” nacionais e internacionais, pois não há,
 “cruzamento de dados entre diferentes entidades”,
Neste caso, polícia e finanças.
Voltemos à esquadra onde apresentou queixa em 2009, no Parque das Nações, em Lisboa.
 Aí, Sónia conseguiu que o atual chefe lhe passasse uma cópia do Auto de Denúncia e uma nota com a confirmação de que a queixa, já perdida nos arquivos, tinha realmente sido apresentada. 
Entretanto, por iniciativa própria, e tentando a custo ultrapassar as barreiras linguísticas, entrou em contacto com um funcionário das finanças belgas, que lhe adiantou apenas tratar-se de uma dívida relativa a 2012 referente a uma empresa criada em nome de Sónia Alves
Além disso, Sónia avançou com uma queixa na Polícia Judiciária. 
Mas dali nenhuma conclusão obteve.
A pessoa chegou à Bélgica, usou os meus documentos, abriu uma empresa, fixou-se lá, entretanto [a empresa] terá falido. Vi o meu nome num site com informação sobre empresas que abriram falência na Bélgica. Falei com um funcionário das finanças belgas que me informou que a pessoa deixou a casa onde estava a residir. Mas esteve uns bons anos a viver com os meus dados e não sei o que mais poderá ter feito com a minha identidade. Não sei se abriu contas bancárias, se contraiu mais dívidas, empréstimos, se casou...
Em janeiro de 2016, cerca de um mês após a receção da carta belga, chegou o despacho de arquivamento com a seguinte menção:
 “(…) o Ministério Público português não tem competência para investigação dos factos denunciados, porque, tendo ocorrido fora do território nacional (…), tal investigação antes competirá às autoridades belgas, nomeadamente aos serviços competentes da situação descrita”, ou seja, as finanças belgas.
 Nada feito uma vez mais.
Achei que o Ministério Púbico seria competente para me representar. Daí que tenha ido imediatamente à Polícia Judiciária. Aquilo que me espantou foi a ‘sentença’ que recebi e que diz que o Estado português não é competente para me defender. Então quem é? Eu a mim própria? Então com o que posso contar dentro do meu Estado que me obriga a ser reta, cumpridora das minhas obrigações e em relação aos meus direitos é o que se vê...
Até que em Julho deste ano chegou à residência de Sónia uma carta das Finanças nacionais para identificação da dívida em cobrança coerciva, correspondente ao código 161 e a seguinte proveniência: 
“Interministerial Mat. Assist. Mútua em Mat. de Cobr. Est. Memb. CE” 
com o valor de 3.333,40 euros, aos quais acrescem juros de mora no valor de 60,88 euros. 
A esta informação acresce um aviso, caso não fosse liquidada a dita dívida teria lugar a uma acção de penhora.
 A alegada dívida por si alegadamente contraída, voltava a assustar.
Sónia dirigiu-se então à repartição de Finanças da Cruz de Pau, na Amora, na qual tem registada a atual morada fiscal e, após várias e distintas informações, apresentou um requerimento, ao qual anexou vários documentos (queixa da PSP; declaração de IRS de 2012; baixas e atestados médicos, etc.) para provar que esteve sempre em Portugal e que não contraiu a dívida que lhe está a ser cobrada, agora também via Portugal.
Mais.
 Refira-se que a esse já vasto rol de documentação, anexou também o pedido de proteção jurídica que solicitou à Segurança Social em julho para ter direito a um advogado que a “auxilie a resolver esta situação de roubo de identidade” e para que“não tenha [de enfrentar] mais situações [como esta] no futuro”.
 Mas mais de um mês passou e Sónia continua sem qualquer apoio judiciário, foi-lhe pedido que aguardasse, com o alerta de que há quem esteja à espera “há mais de dois anos”.
Notícias ao Minuto tentou obter mais esclarecimentos junto do chefe da repartição de Finanças mas, até ao momento, sem sucesso.
 Em todo o caso, a resposta ao requerimento apresentado por Sónia refere que
 “a entidade” a que “a contribuinte se deve dirigir é o competente Estado Membro que solicitou a instauração do processo, Bélgica, através de reclamação ou oposição”.
 Uma vez mais, a informação que obtém das entidades nacionais é a de que na Bélgica está ‘a chave’ para a resolução da situação.
Isso mesmo confirmou o advogado Tiago Soares Cardoso, da Gonçalo Leite de Campos e Associados, em declarações ao Notícias ao Minuto: 
“Quando isto acontece, a defesa tem de ser feita em duas frentes: lá (Bélgica) e cá (Portugal). O contribuinte não se defende junto das autoridades belgas através das autoridades portuguesas, não existe esse mecanismo. O contribuinte só pode contestar a dívida tributária diretamente junto das autoridades belgas”.
Estamos perante uma chamada ‘tempestade perfeita’. É anedótico, menos para a pessoa que passa por ela. Mas antes de mais [o caso] deve ser resolvido junto das autoridades belgas que terão de reconhecer que a identidade desta senhora não é a da devedora e, consequentemente, perceber quem é que, de forma criminosa, o fez, usando a identidade de outra pessoa ".
Será “junto das autoridades estrangeiras” que o visado deve atuar de imediato para “procurar perceber a origem da dívida tributária e aí apresentar a sua defesa, quer junto da administração tributária ou das autoridades judiciais desse país”.
 Caso já esteja “em fase de execução, portanto em cobrança coerciva", em que as autoridades portuguesas são chamadas, em nome ou por conta de outro Estado, a cobrar a dívida tributária”, como é a situação que Sónia Alves enfrenta, “deve apresentar toda a defesa possível no processo de execução através da oposição à execução, o meio que a lei portuguesa disponibiliza para os contribuintes se defenderem, já no âmbito da execução. Ou seja, quando já há uma dívida e [queremos] sustê-la e extingui-la”, concretiza o jurista.
Resumindo, Sónia Alves, desempregada e com dois filhos menores, parece ter sido abandonada à própria sorte.
 “Cumpridora” desde tenra idade dos seus deveres “enquanto cidadã portuguesa e europeia”, confessa-se “sozinha e revoltada” pela total ausência do “Estado português na salvaguarda” dos seus “direitos e integridade moral ”.
Contactados pelo Notícias ao Minuto nenhum dos ministérios que tutelam os serviços envolvidos no caso de Sónia se mostrou disponível para prestar esclarecimentos. 
O Ministério da Administração Interna (MAI) remeteu para a Direção Nacional da PSP, o Ministério das Finanças não respondeu em tempo útil às questões enviadas, tendo ambos frisado que não se manifestam sobre “casos específicos” de cidadãos e contribuintes, respetivamente.

No que diz respeito ao apoio judiciário, a Segurança Social continua sem dar sinal. (...)".
6 de Setembro 2016 - 3ª. Feira - 09h55.

sábado, junho 11, 2016

Hotel do Chiado: Problema com solução.

Na Baixa de Lisboa, no Hotel do Chiado, está reservado para estacionamento um espaço em frente à porta desse Hotel. 
Em princípio quando ali estão viaturas não há qualquer problema, mas quando não estão, é ali um colocado um fio bastante fino e de pouca visibilidade que se presta, para quem pretenda atravessar a rua naquele local (o que é convidativo na ausência de automóveis no local) a tropeçar e a magoar-se, podendo dessa situação ocorrer uma eventual fractura. Não será certamente necessária muita imaginação para solucionar este potencial problema.
Pretendemos ilustrar a situação com a foto junta, tirada em 11 de Junho de 2016:
Foto de 11JUN2016 de JPVB

segunda-feira, maio 16, 2016

Estacionamento no Cemitério dos Olivais em Lisboa

No passado dia 04 de Maio de 2016, cerca das 16H30, acompanhei um funeral ao Cemitério dos Olivais, em viatura própria e com muitas outras viaturas de familiares e amigos do defunto. Poucos conseguimos lugar no estacionamento e não se estava a efectuar nenhum outro funeral naquele período. Parece-nos uma situação inaceitável e gravemente perturbadora para famílias e amigos de quem ali é sepultado ou incinerado.

Presumi que parte dos carros e carrinhas que ali se encontravam ali estão por tempo indefinido e possivelmente nalguns casos para utilização do Metro pela estação ali próxima. Sempre defendi que junto ás estações de Metro da periferia houvesse estacionamento gratuito por forma a diminuir deslocações e transito no centro da cidade (aspecto a que não tem sido daa relevância e veja-se como exemplo o caso das Estações da Linha Vermelha da Bela Vista e Encarnação (onde facilmente o aumento de estacionamento pode ser conseguido em espinha) , mas no caso agora em apreço os utentes do cemitério não podem sair prejudicados. 
Há certamente soluções que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) certamente encontrará com brevidade, e no dia imediato foi feita uma comunicação ao Gabinete do Munícipe da CML.
A foto, de telemóvel,foi tirada do interior para o exterior do Cemitério em apreço.

Foto de JPVB