segunda-feira, abril 20, 2009

"Zés espertos"

Sem comentários esta notícia da Lusa sobre procedimentos "exemplares" de alguns gestores públicos. Ficamos com curiosidade de saber com que fundamento não pagavam as multas /coimas do seu bolso!


Lisboa, 20 Abr (Lusa) - O Tribunal de Contas (TC) detectou gestores públicos, multados pelo tribunal, que estão a pagar as multas através dos orçamentos dos serviços e não do próprio bolso, o que é uma prática ilegal, confirmou à Lusa fonte oficial do TC.

"O Tribunal teve conhecimento de casos em que os gestores públicos pagaram multas através do orçamento das entidades a que pertencem" o que é uma situação "ilegal e muito grave", disse fonte oficial do TC.

O tribunal, presidido por Guilherme d'Oliveira Martins, não sabe ainda em quantos casos foi adoptado este expediente, mas promete seguir a situação "com atenção".

A mesma fonte justifica que "as multas têm uma natureza pessoal, pelo que utilizar o dinheiro público para o seu pagamento configura uma infracção grave" e acrescenta que é o "produto das multas contitui receita do Estado e não receita do Tribunal de Contas".

Consequentemente, e assim que as situações forem plenamente analisadas, os gestores públicos que recorreram a esta prática ilegal poderão ter de devolver o dinheiro pago pelo orçamento do serviço, "sem prejuízo das demais responsabilidades a apurar noutros foros, nomeadamente no foro criminal".

segunda-feira, abril 13, 2009

Toponímia e cultura XXXVIII

Em muitas vilas e cidades não existem (ou não são aplicados) modelos de normalização dos conteúdos das placas toponímicas. Em Lagoa, Ilha de S.Miguel, Açores, também há bons e maus exemplos para um melhor e desejável esclarecimento dos habitantes e dos passantes.






Fotos 08042009 (001) e (002)

quarta-feira, abril 08, 2009

Compadrio?


Como um Governador de Macau terá revogado um despacho do seu antecessor na parte que fundamentava a demissão de Alberto Costa, dando assim um "jeito" para a decisão do Tribunal que o veio a ilibar.

José António Barreiros escrevia em 07ABR2009 no seu blogue "A revolta das palavras":

07.04.09
Alberto Costa: demissão e revogação

Não costumo usar os blogs aos serviço de questões pessoais. É estranho, mas é um modo de ser. Só que desta feita está em causa algo de nobre: a verdade num assunto de Estado.
Não quero entrar, nem entrei, por razões compreensíveis na questão Freeport, nem na matéria das pressões ou que se aleguem terem sido pressões. Não conheço os factos e só falo do que sei. Além do mais, desempenho um cargo na Ordem dos Advogados que me obriga ao dever de reserva.
Ora sucede que na sua edição de hoje o jornal Público recorda a demissão de Alberto Costa, actual ministro da Justiça, por despacho meu. Sob o título «Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões sobre juiz», o jornal relata as razões da demissão e a sequência da mesma.
O texto, que está todo
aqui, tem, porém, uma omissão, pelo que na memória dos que lerem, ficará assim a pairar uma versão incorrecta dos factos e sobretudo uma versão que o demitido tentou passar para a imprensa quando de uma visita oficial sua ao território de Macau, em 2005 e que tive de desmentir então: a de que o acto de demissão fora, afinal, ilegal, e por isso anulado pelos tribunais.
Terei permitido tal omissão ao não ter aceite falar com o jornalista? Talvez. A discrição tem destes efeitos.
Cito, pois, aquilo que acabo de comunicar ao jornal, esperando publicação e para que fique assim mais substanciada a verdade.


«Demiti Alberto Costa por despacho fundamentado, que se baseava no que foi adquirido por um inquérito realizado pelo Procurador-Geral Adjunto do território: contactara um juiz por duas vezes com o propósito de que este arquivasse um processo e soltasse os dois arguidos presos. Estava em causa a televisão de Macau e a ligação desta a uma empresa de que eram sócios várias criaturas gradas ligadas ao partido socialista, mais uma empresa de um senhor chamado Robert Maxwell, que morreria mais tarde em condições estranhas. Após a minha saída do território o Governador Carlos Melancia revogou o meu despacho na parte em que fundamentava a demissão, não ignorando que isso abria a porta ao que veio a suceder: o demitido veio a recorrer para o STA e obviamente ganhou a causa, recebendo choruda indemnização.
Em suma: a razão substancial da demissão de Alberto Bernardes Costa não foi anulada pelos tribunais, foi anulada, sim, a habilidade do Governador, pela qual o meu despacho de demissão foi substituído por outro apto a ser anulado por vício de forma, ou seja por falta de fundamentação.
Quem quiser ler os documentos, pois está tudo documentado, é só ir
aqui. Agradeço o favor de ser reposta toda a verdade».

Publicada por José António Barreiros

Nota: Podem ser vistos mais detalhes em

http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/viewtopic.php?t=67164&postdays=0&postorder=asc&start=250



segunda-feira, março 30, 2009

Toponímia e cultura XXXVII


Fotografias colhidas em Lisboa, em locais muito próximos na zona de Pedrouços.

Será que Fernão Mendes Pinto é suficientemente conhecido para não merecer uma referência à época em que viveu (Séc. XVI) e à obra "Peregrinação" que lhe é atribuída?

Fotos 22032009 e 22032009(001)


sexta-feira, março 27, 2009

Toponímia e cultura XXXVI

Já anteriormente demos exemplos de falta de uniformidade na toponímia de Lisboa.


Será que à semelhança do Mestre escultor Joaquim Martins Correia, José Maria Latino Coelho (n. Lisboa, 29 de Novembro de 1825f. Sintra, 29 de Agosto de 1891), mais conhecido por Latino Coelho, (militar, escritor, jornalista e político) não merecia mais alguma informação para a posteridade?


Fotos 12032009 (001) e (002)

quinta-feira, março 26, 2009

Reserva de estacionamento (2)

Outro exemplo de estacionamento "privativo" (temporário?), em Lisboa, na Calçada da Patriarcal à Mãe d'Água. Por quanto tempo?


As autarquias, não necessariamente as Câmaras Municipais, não poderiam definir regras pouco burocráticas para estas situações? Por exemplo em Bruxelas, as Comunas colocam no local umas placas com indicação do período de estacionamento condicionado e todos ficam cientes.
Ou será que pretendemos continuar uma "república das bananas"?


Foto 25032009(001)

quarta-feira, março 25, 2009

Reserva de estacionamento

Em Portugal, em Lisboa, este caso na Rua da Imprensa Nacional, uma reserva de espaço com tábuas e latas de tinta. Situação frequente, que nalguns casos, não neste, suscita algumas dúvidas, não pela oportunidade mas pelo oportunismo.


Pode-se compreender que alguém necessite de espaço para cargas ou descargas, mas já não se percebe que a respectiva sinalização seja deixada ao livre arbítrio dos que desse espaço tenham (?) necessidade.

Noutros países, ditos organizados e civilizados, as autoridades competentes licenciam esses espaços com sinalização indicativa da duração da utilização, que passa assim a ser do conhecimento público e respeitada. É uma situação a que qualquer particular pode recorrer em caso de necessidade sem grandes meandros burocráticos.

Foto 23032009(003)

segunda-feira, março 23, 2009

Persistência


Junto (encostados como é visível) à Procuradoria Geral da República, continuam, há anos (13 anos, 4750 dias), estes reclamantes pedindo justiça.
Será que ninguém resolve este caso dando por findo o espectáculo pouco edificante que constitui? Não se prevê um desfecho para esta situação? Será que se não tivessem alguma razão não teriam sido já vencidos pelo cansaço e pelos poderes instituídos?

Foto 23032990(002) de JPVB

sábado, março 21, 2009

Toponímia e cultura XXXV



Situações com diferente critério na dependência da mesma autarquia, Câmara Municipal de Lisboa.
Em que se distinguiu e em que época viveu Alves Gouveia?

Fotos 03032009 e 03032009(001)

quarta-feira, março 18, 2009

Dois pesos e duas medidas

Não será fácil de compreender que o proprietário dum automóvel estacionado num lado da rua 30 minutos seja multado em 60 € (30 da coima e imobilização e 30 para desbloquear) e que quem coloca o seu carro do lado direito, mesmo que seja parcialmente em cima do passeio impedindo a passagem de peões, possa estacionar por tempo indeterminado sem que nada lhe aconteça!

Assim é efectivamente nas proximidades do Forte de S. Julião da Barra, no acesso à Praia da Torre, como se comprova com a fotografia junta. Segundo nos dizem cada um dos lados está sob diferente jurisdição.

segunda-feira, março 09, 2009

Do PR 3 anos depois: Desafios para vencer?

Passados precisamente três anos vale a pena recordar alguns passos do Discurso de Tomada de Posse do Presidente da República Cavaco Silva (09.03.2006) e dos cinco desafios que lançou. Será que os ganhámos, o que duvidamos, empatámos ou perdemos? Nesta altura afigura-se muito oportuno um balanço.

"..........

É por tudo isto que me atrevo a deixar perante esta Câmara e perante os portugueses cinco grandes desafios que, nas circunstâncias em que o País se encontra, considero cruciais para abrir caminhos consistentes de progresso. Para eles, os Portugueses esperam, com sentido de urgência, uma resposta da parte dos responsáveis políticos.

O primeiro desafio que quero destacar é o da criação de condições para um crescimento mais forte da economia portuguesa e, consequentemente, para o combate ao desemprego e para recuperação dos atrasos face à União Europeia. Sem isso, tudo será mais difícil.
Na vida das nações, cada geração tem o dever de legar à geração seguinte uma sociedade social, cultural e economicamente mais desenvolvida. É isso que os jovens têm o direito a esperar da nossa geração.

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O segundo desafio refere-se à recuperação dos atrasos em matéria de qualificação dos recursos humanos.
O futuro de Portugal está indissociavelmente ligado ao que formos capazes de fazer no plano da qualidade da educação dos nossos jovens e da formação dos nossos trabalhadores. Trata-se, não só, de um elemento central da estratégia de desenvolvimento, mas também de um factor decisivo para a realização de uma efectiva igualdade de oportunidades, princípio fundamental de uma democracia moderna.

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O terceiro desafio é o da criação de condições para o reforço da credibilidade e eficiência do sistema de justiça.
É hoje indisfarçável que se têm vindo a avolumar entre nós as preocupações acerca do funcionamento do sistema de justiça. Não se trata apenas de preocupações centradas na morosidade dos processos judiciais, mas também de sintomas de degradação da credibilidade e prestígio das instituições.
A justiça constitui um valor superior da ordem jurídica, um fim irrenunciável do Estado e a primeira e última garantia dos direitos e liberdades das pessoas.

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O quarto desafio diz respeito à sustentabilidade do sistema de segurança social.
Tem vindo a desenvolver-se na sociedade portuguesa, tal como noutros países da União Europeia, um crescente sentimento de ansiedade quanto à capacidade do Estado assegurar no futuro o pagamento das pensões àqueles que completam o seu ciclo de vida activa.
É uma questão muito séria, que exige dos responsáveis políticos uma atenção especial.

...........

Um quinto desafio que quero referir é o da credibilização do nosso sistema político, um domínio de crescente insatisfação dos cidadãos que importa não ignorar.
Numa sociedade fundada no princípio democrático, a política é uma das mais nobres actividades, porque tem a ver com a realização do bem-comum e com a preservação e reforço dos interesses perenes de uma comunidade nacional. E, precisamente por isso, a democracia não se esgota em eleições e alternância no poder. Ela é acima de tudo um código moral e é daí que advém a sua supremacia em face dos demais regimes políticos.
Os agentes políticos têm de ser exemplo de cultura de honestidade, de transparência, de responsabilidade, de rigor na utilização dos recursos do Estado, de ética de serviço público, de respeito pela dignidade das pessoas, de cumprimento de promessas feitas.
Um Estado ao serviço de todos, como se exige em democracia, deve ser servido pelos melhores e, por isso, a escolha dos altos responsáveis não eleitos não pode senão nortear-se exclusivamente por critérios de mérito, onde as considerações político-partidárias não podem contar.
Um regime que se funda neste conjunto de valores é um regime que tem de ser firme no combate à corrupção porque, justamente, ela corrói a democracia, porque lhe subverte os valores matriciais, cava injustiças num regime que tem a justiça como princípio essencial e porque prejudica o desenvolvimento.
Exige-se, por isso, em nome da democracia, uma luta permanente e sem tréguas a este seu inimigo: a corrupção. Exige-se firmeza nas leis, que urge ajustar para melhor combater as formas mais correntes de corrupção, e exige-se firmeza na investigação e na punição.

......"

sábado, março 07, 2009

Toponímia e cultura XXXIV



Brás Pacheco nem sequer tem aqui direito a nome próprio? Será que se trata de Custódio Brás Pacheco, político e jornalista, n. 1828, f. 1883 ?

Porque será que na mesma cidade de Lisboa, ainda que em bairros diferentes, os homenageados não tem todos o direito a serem devidamente reconhecidos como no segundo exemplo?


quinta-feira, março 05, 2009

Acordo ZARA e UNICRE até quando?

Pasme-se!

A ZARA tem um acordo com a UNICRE e esta pode aceder às contas dos clientes daquela loja para retirar dinheiro das respectivas contas em favor daquela, sem qualquer autorização dos mesmos !!! ...para acertos de preços !!!
Para os que pensam não ser possível retirar dinheiro dum cartão de débito sem a autorização do próprio titular, sem código nem nada ... vejam esta reportagem da SIC, em que da conta da cliente, no final do mesmo dia, sem conhecimento desta, foram retirados mais 3 € , porque verificaram que se tinham enganado no preço.

sábado, fevereiro 28, 2009

Petição contra a corrupção

As intenções desta petição contra a corrupção são louváveis e tenhamos esperança nos resultados:

"Um grupo de Deputados Europeus de vários grupos políticos, entre os quais se contam os Eurodeputados portugueses Ana Gomes e José Ribeiro e Castro, lançou uma petição online contra a corrupção.

Com o objectivo de recolher perto de 1 milhão de assinaturas de cidadãos europeus, os Eurodeputados à frente desta iniciativa esperam que o peso da opinião pública possa forçar as autoridades europeias e os Estados membros da União a propor legislação e mecanismos de combate à corrupção, em particular nas relações com países em vias de desenvolvimento.

Uma das medidas propostas é a análise dos fluxos financeiros pouco transparentes que entram na UE e têm origem em países em desenvolvimento, numa tentativa de minimizar os desvios de fundos financeiros da cooperação europeia.

O grupo de deputados entende que a corrupção é um entrave ao desenvolvimento, bloqueando a capacidade dos Estados de garantir que as populações têm acesso aos serviços mais básicos, como a nutrição, a educação, a saúde.

Ao mesmo tempo, os Eurodeputados concordam que a corrupção em países terceiros, com prejuízo para os cofres comunitários, é a razão principal da iniciativa.

A recolha de assinaturas é feita na página da Internet http://www.stopcorruption.eu/ .

As petições europeias estão previstas no novo Tratado de Lisboa que, eventualmente, entrará em vigor apenas em 2010.

Um grupo de pelo menos um milhão de europeus pode obrigar a Comissão Europeia a estudar e apresentar propostas legislativas relacionadas com determinada matéria."

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Toponímia e cultura XXXIII

Porque haverá na cidade de Lisboa tão grandes diferenças de critério nas placas toponímicas?
Se umas apresentam apenas um nome e um apelido ou somente dois apelidos e mais nenhum elemento informativo, o que se nos afigura insuficiente, outras há que se calhar pecam pelo exagero. como será certamente o caso agora apresentado:


quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Procuradoria ilícita

O Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados dispõe de um Site/Sítio sobre procuradoria ilícita em http://naosedeixenganar.com/o_que_e.html


"O QUE É A PROCURADORIA ILÍCITA?

No dia-a-dia deparamo-nos com questões de natureza legal, que confiamos a indivíduos que prestam inúmeros serviços nestas áreas, mas para os quais não têm qualquer qualificação.

Procuradoria Ilícita é o acto ilegal e abusivo de aconselhamento e representação jurídica promovido por essas pessoas e essas entidades não profissionais ou não credenciadas.

A Procuradoria Ilícita, actualmente tipificada como crime (lei 49/2004 de 24 de Agosto, Lei dos Actos Próprios dos Advogados e Solicitadores, art.º 7º), consiste na prática de actos próprios da competência de advogados e solicitadores – ou no auxílio ou colaboração a esses actos – sendo considerados como actos próprios:

  1. o exercício do mandato judicial,
  2. a consulta jurídica,
  3. a elaboração de contratos,
  4. a preparação de negócios jurídicos, tais como actos societários, compras e vendas e respectivas promessas, partilhas, registos prediais, comerciais ou civis, etc,
  5. a negociação tendente à cobrança de créditos, incluindo-se acordos para pagamento a prestações ou de redução de dívidas, desde que praticados no interesse de terceiros,
  6. exercício de reclamação e impugnação de actos tributários ou administrativos, se no interesse de terceiros,
  7. em geral, todos os actos que impliquem a representação de terceiros no âmbito de uma actividade profissional, excepto se forem do âmbito de competências legais próprias, tais como: actos praticados por agentes oficiais ou procuradores autorizados no âmbito da propriedade industrial, actos dos Tocs e Rocs em certos registos comerciais, actos de notários e conservadores."

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Aldrabices na Net (18)

Circulam na Internet, felizmente frequentemente filtrados como SPAM mensagens do seguinte tipo que em Portugal não fazem qualquer sentido porque se referem a uma organização judicial diferente. Mas nunca se sabe quantos acreditam e vão abrir o anexo normalmente perigoso para a "saúde" do computador:

PODER JUDICIÁRIO
Procuradoria Regional dA justiÇa da 13ª RegiÃo

PROCEDIMENTO INVESTIGATÓRIO N.º 454/2008
INTIMAÇÃO PARA COMPARECIMENTO EM AUDIÊNCIA
IMPETRANTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
IMPETRADA: JUIZA TITULAR DA VARA DESTA COMARCA

O MINISTÉRIO PÚBLICO DA JUSTIÇA, no desempenho de suas atribuições institucionais, com fundamento nos artigos 127 e 129, inciso VI da Constituição Federal e artigo 8º, inciso VII, da Lei Complementar n.º 75, de 20 de maio de 1993, INTIMA Vossa Senhoria a comparecer nesta Procuradoria Regional do Trabalho, no dia 20 de Fevereiro de 2008, às 10:30 horas, a fim de participar de audiência administrativa, relativa ao procedimento investigatório em epígrafe, em tramitação nesta Regional, conforme despacho em anexo.

Agora_entrou_chup_.wmv ANEXO: DESPACHO-4562008.zip (166k)

2008.01.25 - intimação 016204-03 - UFSC - Página 1 de 1

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Toponímia e cultura (XXXII)

A Rua Stuart Carvalhais, em Lisboa, é das poucas que, no mesmo bairro, tem na respectiva placa toponímica uma indicação adicional (não nos referimos ao anúncio de explicações de geometria descritiva!), no caso as datas em que o homenageado viveu.


José Herculano Stuart Torrie de Almeida Carvalhais. n. Vila Real em 07 de Março de 1887, f. Lisboa em 02 de Março de 1961, foi desenhador/pintor, caricaturista/humorista e autor de banda desenhada (desde os seus primórdios em Portugal), entre outras actividades.



Foto 29012009(003)

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Sinais de crise (3)

Nas proximidades da Estação do Oriente, em Lisboa, um sinal de transito sui-generis.

Invertido por falta de algum parafuso, de obrigatoriedade difícil de cumprir!

Foto 26012009

Valorização do ensino

Peter Matthews, professor do "Intitute of Education" da Universidade de Londres, perito na avaliação de sistemas de ensino, veio a Portugal apresentar as conclusões dum estudo, encomendado pelo Governo de Portugal, sobre a mais recente reforma no 1º Ciclo do Ensino Básico. Da entrevista que concedeu à Revista Visão publicada em 29 de Janeiro de 2009, (pág. 15) vale a pena ler e refletir sobre o que refere relativamente aos países que têm melhor ensino a este nível (Finlandia, Singapura e outros países asiáticos como a Coreia do Sul): "Investem nos melhores professores que encontram. Atraem, pagam e mantêm no sistema licenciados altamente qualificados e que , em muitos casos, escolheram o ensino como primeira opção e não como último recurso, por não conseguirem ser médicos ou advogados. A qualidade do ensino é o factor de sucesso mais importante."