segunda-feira, junho 16, 2008

Recomendação de qualidade? (1)

Este tipo de "certificados" de recomendação (eternos?) causam-nos as maiores dúvidas!



A fotografia, meramente a título de exemplo, foi colhida na zona de restaurantes do Parque EXPO, em Lisboa.

Entendemos que este tipo de placas, como já acontece com organizações conhecidas e confiáveis, deveriam ser emitidos com data, por uma entidade técnica devidamente reconhecida e merecer periodicamente das entidades competentes adequada verificação / fiscalização.
Muitos encontram-se nas paredes exteriores dos restaurantes e aí permanecem anos sem aparente qualquer controlo, mesmo que entretanto tenha havido mudanças significativas e nítida degradação do serviço prestado.
Foto 14062008

domingo, junho 15, 2008

Toponímia e cultura XXIV

Também há em Lisboa alguns bons exemplos de placas toponímicas, com informação adequada como o que a fotografia documenta, mas infelizmente ainda não são os suficientes como temos vindo a tentar demonstrar.


Foto 08052008

quinta-feira, junho 12, 2008

Poluição visual (7)

Mais um exemplo em Lisboa, um mau-exemplo, de uso indevido dum espaço, para publicidade sem custos para os anunciantes!

Foto 31052008(001)

quinta-feira, junho 05, 2008

Sinalização desactualizada (1)

Apesar do tempo decorrido sobre a extinção da Direcção Geral de Viação - DGV e da sua substituição pelo IMTT, em 30 de Maio de 2008 ainda não tinha havido tempo para actualizar a sinalização do respectivo parqueamento!
Foto 30052008

terça-feira, junho 03, 2008

Sinalização decorativa? (6)


Na zona da EXPO e da Gare do Oriente, em Lisboa, a irregularidade da fiscalização fomenta a vontade de não cumprir a sinalização de paragem proibida e de arriscar. O risco da coima não devia compensar!

Foto 15052008(001)

sábado, maio 31, 2008

Responsabilidade na educação dos filhos (1)

Com a devida vénia e sem nos parecer necessária a tradução, este exemplo dos nossos vizinhos espanhóis condenando a mãe por uma agressão cometida pelo seu filho na escola, com sublinhado nosso:

La Audiencia de Sevilla ha condenado a una mujer a pagar 14.000 euros de multa por una agresión de su hijo en el Instituto de Secundaria en el que estudia. El tribunal considera que la "laxitud y tolerancia" de la mujer a la hora de educar al menor han motivado el comportamiento violento del adolescente.
La multa pagará el tratamiento para recomponer los dientes de otro menor, compañero de Instituto Castilla de Castilleja de la Cuesta, Sevilla. En el juicio, la mujer intentó desviar la responsabilidad hacia el centro educativo por no hacer "labores suficientes de vigilancia" de los alumnos, pero la sentencia estima que los adolescentes no necesitan una vigilancia tan rígida, sino que "la brutalidad e intensidad" de la agresión evidencian "una falta de inculcación o asimilación de educación y moderación de costumbrse en el agresor para la convivencia en valores".

La Audiencia confirma así el primer fallo judicial que hablaba de una "incorrecta educación", que los jueces equiparan a aquellas situaciones en las que los progenitores "permiten o no se preocupan de controlar que sus hijos no lleven al centro escolar objetos que puedan resultar en sí mismos peligrosos".

sexta-feira, maio 30, 2008

Toponímia e cultura



Veja-se a diferença entre estas duas placas toponímicas, ambas em Lisboa.

Não haveria mais qualquer coisa a dizer sobre Bacelar e Silva a exemplo do que sucede com João Pereira da Rosa?
No Sítio /Site da Câmara Municipal de Lisboa sobre toponímia, procurando a Rua Bacelar e Silva apenas consta:
- São João de Deus
Avenida António José de Almeida
Rua Nunes Claro
12/01/1933
21/01/1933
Era a Rua B do Bairro Social do Arco do Cego, situada entre a Estátua de António José D' Almeida e a Rua Nunes Claro. Nota : Uma Outra Rua B situada no prolongamento da Rua Desidério Bessa, foi nesta integrado.
Informação em análise.




















Foto 13102008(002)

terça-feira, abril 29, 2008

Sinalização decorativa ? (5)


Numa rua estreita da capital portuguesa (Travessa do Sacramento a Alcântara) em que passam transportes públicos e se acede em urgências ao Hospital da CUF (e a duas entradas do Ministério dos Negócios Estrangeiros), este sinal de trânsito faz ali alguma coisa ou é meramente decorativo?


Foto 29042008alt

sexta-feira, abril 18, 2008

Aldrabices na Net (4). Encerramento temporário da Internet

A imaginação não tem limites e é assim que circula agora na Internet tentando (e conseguindo muitas vezes) enganar os mais desprevenidos e crédulos com este bem engendrado "barrete". Recomendamos a "limpeza geral", mas deste tipo de mensagens HOAX.

INTERNET SHUTDOWN

AVISO

Chegou, outra vez, aquela altura do ano!

Tal como muitos de vocês sabem, todos os anos a Internet tem que fechar por um período de 24 horas, de maneira a permitir uma limpeza geral.

O processo de limpeza, que elimina os e-mails perdidos, ftp's inactivos, www e outros locais perdidos. Isto permite melhorar a produtividade e aumentar a velocidade.

Este ano, o processo de limpeza terá lugar desde as 00:01 UT até às 23:59 UT de dia 1 de Maio (que por ser feriado universal irá causar impactos mínimos).

Durante este período de 24 horas, cinco poderosos motores de busca, situados em locais estratégicos do mundo inteiro, procurarão a Internet e apagarão quaisquer documentos obsoletos que encontrarem.

De maneira a proteger os seus dados valiosos, pedimos que faça o seguinte, ANTES das 00:00 UT de 1 de Maio:

1. Desligue todos os terminais e cabos de rede das ligações Internet.
2. Desligue todos os serviços que eventualmente possua na Internet.
3. Desligue todos os discos ou dispositivos de salvaguarda de dados da Internet.
4. NÃO ligue qualquer dispositivo à Internet, nem mesmo tente utilizar serviços off-line de mail.
5. Cancele todos os serviços eventuais que possua agendados para 1 de Maio.


Compreendemos a inconveniência que esta operação possa causar a alguns utilizadores da Internet, e pelo facto pedimos desculpa. De qualquer modo, estamos certos de que os inconvenientes serão largamente suplantados pelo aumento de velocidade e eficiência da Internet, uma vez que tenha sido cuidadosamente limpa do lixo electrónico.

Agradecemos a sua compreensão.

Mark Diardensen
(responsável para Portugal, da Interconnected Network(TM) - IRO *PT*)
Massachusetts Institute of Technology

terça-feira, abril 15, 2008

Reciclagem de Rolhas de Cortiça

As preocupações com o ambiente tem que dar lugar a medidas concretas. Estas que relatamos levam-nas a juntar as rolhas de cortiça com a finalidade abaixo descrita.

A partir de dia 22 de Abril (Dia da Terra) será iniciada a recolha nos restaurantes.
No Dia 5 de Junho (Dia Mundial do Ambiente) poderão ser colocadas nos 'Rolhinhas' dos Hipermercados Continente
Posteriormente está planeado alargar esta recolha a outros locais.

Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça

Assiste-se, actualmente, a uma grande pressão sobre as rolhas de cortiça, produto vital na cadeia de valor acrescentado que beneficia as comunidades rurais e que garante igualmente a sustentabilidade económica de todas as aplicações de cortiça. Esta pressão provém de produtos alternativos (vedantes sintéticos e cápsulas de alumínio), que são derivados do petróleo e do alumínio, indústrias ambientalmente nocivas.

Há, pois, que defender a rolha de cortiça como produto que garantiu e deverá continuar a garantir a manutenção do montado de sobreiros, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do continente europeu e que se estima absorver, por ano, 4,8 milhões de toneladas de CO2, um dos principais gases causadores do efeito estufa e do consequente aquecimento global. Como a cortiça é a própria casca da árvore, também retém CO2 e ao ser reciclada, evitam-se emissões deste gás para a atmosfera, contrariamente ao que acontece quando se decompõe ou é incinerada.

O GREEN CORK é um Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça desenvolvido pela Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente e a Biological. Tem como objectivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE”, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a nossa floresta autóctone, entre os quais o Sobreiro, Quercus suber.
O projecto foi construído tendo por base a utilização de circuitos de distribuição já existentes, o que permite obtermos um sistema de recolha sem custos adicionais, que possibilita que todas as verbas sejam destinadas à plantação de árvores. Tudo isto sem aumentar as emissões de CO2!

As rolhas de cortiça recicladas nunca são utilizadas para produzir novas rolhas, mas têm muitas outras aplicações, que vão desde a indústria automóvel, à construção civil ou aeroespacial.

A internacionalização do projecto está já a ser negociada. Em breve, as rolhas usadas de outros países europeus começarão a ser recicladas em Portugal, dentro de um esquema montado a partir daqui, resultando num contributo adicional para o esforço de reflorestações e conservação de florestas autóctones portuguesas. Este exemplo único de exploração de uma floresta autóctone, que conseguiu ao longo dos tempos conciliar criação de riqueza, serviço ambiental e impacto social positivo, irá agora completar este ciclo, renovando a própria floresta que esteve na sua origem.

sábado, abril 12, 2008

Toponímia e cultura XXIII

A propósito das Ruas Mouzinho da Silveira e Barata Salgueiro, em Lisboa, assinaladas deficitariamente como a fotografia mostra, recolhem-se muitas informações e com facilidade sobre Mouzinho da Silveira, mas procura-se Barata Salgueiro (homem ou mulher?) na Internet e a maioria das informações disponíveis apontam para Teresa Barata Salgueiro ou para assuntos relacionados com a própria rua.

Aprofundando mais e recorrendo complementarmente às enciclopédias, conseguimos:

Álvaro Barata Salgueiro, advogado português, n. Oleiros, 1814, f. Lisboa, 06 de Maio de 1895. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, exerceu advocacia em Lisboa onde adquiriu elevada fortuna. Quando Rosa Araújo se propôs construir a Avenida da Liberdade em Lisboa, cedeu para o efeito terrenos gratuitamente e outros a preço reduzido. Como recompensa o seu nome foi dado à rua onde morava.

José Xavier Mouzinho da Silveira (n. Castelo de Vide, 12 de Junho de 1780 – f. Lisboa, 04 de Abril de 1849) foi um estadista, jurisconsulto e político português e uma das personalidades maiores da revolução liberal, operando, com a sua obra de legislador, algumas das mais profundas modificações institucionais nas áreas da fiscalidade e da justiça. Preso durante a Abrilada (1824), tornou-se intransigente defensor da Carta Constitucional pelo que teve de se exilar em 1828. Regressou ao Parlamento em 1834 para defender a sua obra legislativa, mas exilou-se de novo para França em 1836. Retirou-se da vida política durante os seus últimos dez anos de vida.

Ver mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Mouzinho_da_Silveira

Não faria sentido acrescentar nas respectivas placas toponímicas Barata Salgueiro Advogado – Benemérito 1814- 1895 e Mouzinho da Silveira 1780- 1849 Estadista – Político liberal ?

Foto 07042008(002)

quinta-feira, abril 10, 2008

Poluição visual e higiene (2)

A meio duma tarde de um dia útil, 5ª Feira, na Rua Elias Garcia em Lisboa, parece-nos espectáculo pouco edificante. Muito cartão e papel ou pouca recolha?

Foto 10042008

segunda-feira, abril 07, 2008

Loja do Cidadão (1)

Nos Restauradores em Lisboa:

Loja ou Feira do Cidadão de 3ª classe?


Fotos 07042008

segunda-feira, março 31, 2008

Uso indevido de telemóveis (1)


Embora por norma não ande diariamente mais do que hora e meia no trânsito, deparo-me com muita frequência com condutores a falarem ao telemóvel ignorando as normas vigentes e que essa postura pode ser causadora de acidentes e ter consequências gravosas para terceiros.
A observação de viaturas com velocidade mais reduzida e perturbando o trânsito é frequente, verificando-se que algumas vezes resulta do condutor(a) estar nessa altura a conduzir falando ao telemóvel sem mãos livres.
Será que a população está devidamente esclarecida como se tenta com o filme junto?
Será que a fiscalização existente é eficaz e dissuasora como deveria ser?

terça-feira, março 18, 2008

Contributos para a despoluição (1)

Em boa hora a AMI - Assistência Médica Internacional teve esta iniciativa, agora em Lisboa mas que esperamos que alastre a outras zonas do País. Ainda há uma manifesta ignorância da generalidade da população sobre o que fazer aos óleos alimentares depois de usados e dos malefícios que causam ao ambiente quando não forem devidamente acautelados os procedimentos correctos recomendados: entregues nestes centros de recolha ou colocados nas suas próprias embalagens, devidamente rolhadas, no lixo indiferenciado.

segunda-feira, março 17, 2008

Aldrabices na Net (4). Actualizações sobre cancro

Tem circulado na Internet esta mensagem alarmista "hoax" (acompanhada de fotografias que não reproduzimos), sobre o qual obtivemos da DECO a informação mais abaixo transcrita:

POR FAVOR CIRCULEM ENTRE SEUS CONHECIDOS; ATUALIZAÇÕES SOBRE CÂNCER
Hospital
Johns Hopkins - Cancer News from Johns Hopkins

Nenhum recipiente de plástico no micro.


Nenhuma água em garrafa no congelador.

Nenhuma cobertura de plástico em microonda.

Dioxina causa câncer, especialmente câncer de mama.
Dioxinas são altamente venenosas às celulas do nosso corpo. Não gele água em garrafa plástica, isso liberta a dioxina do plástico.
Recentemente, Edward Fujimoto, Gerente do Programa Wellness, no Castle Hospital, esteve em um programa de TELEVISÃO explicando esse perigo. Ele falou sobre a dioxina e como ela é perigosa para nós.

Ele disse que nós não devemos aquecer nossa comida em recipientes de plástico no microondas.

Isso se aplica especialmente a comidas que contêm gordura.

Ele disse que a combinação de gordura e calor alto libera a dioxina do plástico na comida e, no final das contas, nas células do corpo...
Ao invés, ele recomenda usar vidro, como Pyrex, ou recipientes cerâmicos para aquecer comida... Você tem os mesmos resultados, só que sem a dioxina Tão tais coisas como comida instantânea, sopas, etc., devem ser removidas da embalagem e aquecidas em qualquer outro recipiente.

Papel não é ruim, mas você não sabe o que ele contém. Há pouco está mais seguro usar vidro temperado, etc.
Ele nos lembrou que, há algum tempo, alguns restaurantes de fast food moveram longe dos recipientes de espuma para embalar. O problema da dioxina é uma das razões.


Também, ele mostrou aquela envoltura de plástico é da mesma maneira que perigosa quando postas sobre comidas para cozinhar no microondas. O calor alto faz as toxinas venenosas derreterem e saírem do plástico, gotejando na comida.
Em vez disso, cubra comida com uma toalha de papel.

Este é um artigo que deve ser enviado para qualquer pessoa importante em sua vida!

REENVIE A TDS AS PESSOAS Q SÃO IMPOORTANTE, MT IMPORTANTE E NÃO TÃO IMPORTANTES NA SUA VIDA

Esclarecimento da DECO

"Exmo. Senhor _____,

Agradecemos o seu email dando-nos conhecimento de uma mensagem cujo conteúdo se questiona, o qual mereceu a nossa melhor atenção.

Relativamente à questão que nos coloca informamos que, da nossa análise de tal email, parece efectiva e lamentavelmente, de estarmos perante mais um dos muitos “hoax” que nos vão surgindo, não sendo por nós conhecido qualquer fundamento de veracidade subjacente a este email que nos encaminha.

Efectivamente, quem tem uma caixa de correio electrónico, provavelmente já recebeu mensagens que alegam que os desodorizantes causam cancro da mama, que o uso de tampões está associado ao cancro do útero ou que alguns champôs têm uma substância cancerígena. Este tipo de mensagens, também conhecidas pela designação inglesa “hoax”,utilizam frequentemente uma linguagem pseudocientífica, sem fundamentação credível e cheia de imprecisões. A motivação por trás destes fenómenos em cadeia não será, muitas vezes, despida de interesses. Por vezes, visa formar bases de dados de endereços electrónicos. Também podem esconder interesses comerciais. Ou trata-se apenas de uma brincadeira de gosto duvidoso.

Muitos destes rumores têm origem nos Estados Unidos e dão a volta ao Planeta, e há sempre alguém (de boa fé ou por malícia) que se dá ao trabalho de os traduzir, por vezes, com algumas adaptações à realidade do país. Veja-se precisamente o caso da mensagem dos champôs com substâncias cancerígenas, uma das mais conhecidas. Nalguns países, vem assinada por um elemento da Universidade da Pensilvânia e, em Portugal, a tradução da mensagem inclui uma adaptação da autora, que passou a ter um nome português! E, muitas vezes, estes boatos usam abusivamente nomes e títulos profissionais para dar uma imagem de credibilidade. Por vezes, são pessoas que existem mesmo, como apurou a TESTE SAÚDE, no caso do alerta sobre desodorizantes que causam cancro da mama. Após o contacto com a suposta investigadora de uma universidade do Uruguai, esta respondeu que nada tem a ver com a mensagem e as alegações, sem fundamento, feitas em seu nome.

Nosso conselho para este tipo de situação: perante boatos alarmistas de saúde, quebre a cadeia de "desinformação". Se conhecer a pessoa que lho enviou, explique-lhe do que se trata e não reencaminhe a mensagem. E se tiver dúvidas em relação à veracidade dos factos, pode fazer uma pesquisa num motor de busca estrangeiro. Quase sempre, antes de circular no nosso país, estes rumores já passaram por outros pontos do Planeta e já foram identificados como boatos sem qualquer fundamento.

Por último, não podemos deixar de congratular v. Exa. pela sua postura atenta ao questionar este email e, assim sendo, quebrando a dita corrente de “desinformação”!

Esperamos ter esclarecido V. Exa. acerca deste assunto e permanecemos ao dispor para qualquer questão adicional.

Melhores cumprimentos,

Serviço de Informação

DECO / PROTESTE

Em vários sítios na Internet, nomeadamente em http://www.cancerhelp.org.uk/help/default.asp?page=26278
podemos ver informações mais detalhadas sobre este embuste, como a resposa do Hospital em questão à pergunta que lhe foi formulada.



sexta-feira, março 07, 2008

Poluição visual (6)

Dificilmente se pode aceitar que um Município, com corpo próprio de fiscalização e de polícia, mantenha os olhos fechados à constante prevaricação, para mais quando é aparentemente fácil a identificação dos infractores /poluidores visuais.


Isto passa-se, não na Pedreira dos Húngaros nem na Quinta do Mocho em que os tiroteios são frequentes, mas na rearranjada zona envolvente da Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa.


Foto 28022008

quarta-feira, março 05, 2008

Estado português pessoa de bem? (2)

A situação criada com a nova legislação sobre os veículos automóveis tem aspectos inacreditáveis. Em vez de incidir sobre os incumpridores, os que compraram ou receberam as viaturas e não procederam aos registos devidos, inventou um sistema que penaliza quem vendeu dentro das regras então vigentes e que agora ao fim de vários anos tem que se substituir ao Estado para evitar custas e fortes penalizações pelas Finanças.
Então não teria sido possível, antes da produção ou da entrada em vigor da nova legislação, publicar a lista de viaturas e respectivos proprietários, dando a estes condições para reclamar e apoios adequados? Não era possível verificar se as viaturas circularam entretanto e os nomes dos seus sequentes responsáveis através do respectivo seguro, das inspecções obrigatórias, da taxa de circulação ou ainda eventualmente da Via Verde?
Beneficiou-se e continua-se a "branquear" quem não cumpriu e penaliza-se quem agiu dentro da lei exigindo-se-lhe em muitos casos a guarda de documentos declarativos ou comprovativos da venda para além dos prazos regulamentares.
A complicar tudo isto a reestruturação da ex-DGV e a criação dum Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) www.imtt.pt que não dá vazão às inúmeras filas de espera, não criando condições para um atendimento célere de quem se viu obrigado a regularizar o que não lhe competia, com prejuízos adicionais de perda de tempo e de vencimento por ausência ao trabalho. Horas infindas de espera, limita-se o acesso a quem vai a este serviço dentro das horas de abertura ao público como se pode ver no cartaz quase diariamente colocado sobre a máquina das fichas de inscrição para atendimento.

Foto 14022008(003)

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Preocupações ambientais na Administração Pública (1)

A Equipa Multidisciplinar de Investigação e Consultoria (EMIC) do Instituto Nacional de Administração, I.P. (INA, I.P.) e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) pretendem, através dum inquérito, recolher informação que se subordina ao tema “Serviço Público Ético – Sistematização dos processos de separação e recolha selectiva dos resíduos na Administração Pública”.

Os principais objectivos daquela pesquisa são, por um lado, a verificação do estado dos processos de separação e de recolha selectiva de resíduos no seio dos organismos públicos da Administração Pública portuguesa, e por outro, a proposta de formas de actuação que possam promover uma maior sistematização destes processos nos supracitados organismos.

Desta forma, estão a solicitar o preenchimento dum questionário que se encontra no seguinte link: http://emic.ina.pt/spe

Tentam, através desta colaboração, ser bem sucedidos na constituição de uma amostra representativa que os leve a resultados fidedignos.

Esperemos que tenham sucesso e que os resultados sejam apurados a curto prazo e positivos, pois tanto quanto temos vindo a observar na generalidade da Administração Pública pouca atenção estes aspectos vem merecendo, tal como a que é devotada ao consumo e poupança de energia.

domingo, fevereiro 03, 2008

Da Imprensa: "A falta de vergonha"

Com a devida vénia transcrevo, para devida reflexão, um artigo da autoria do Tenente-General José Eduardo Garcia Leandro publicado na Edição Semanal do EXPRESSO de 02FEV2008, (com sublinhados nossos):

"A falta de Vergonha"

"O modo como se tem desenvolvido a vida das grandes empresas, nomeadamente da banca e dos seguros, envolvendo BCP e Banco de Portugal, incluindo as remunerações dos seus administradores e respectivas mordomias, transformou-se num escândalo nacional, criando a repulsa generalizada.É consensual que o país precisa de grandes reformas e tal esforço deve ser reconhecido a este Governo (mesmo com os erros e exageros que têm acontecido).Alguém tinha de o fazer e este Governo arregaçou as mangas para algo que já deveria ter ocorrido há muito tempo. Mas não tocou nestes grandes beneficiários que envergonham a democracia, com a agravante de se pedirem sacrifícios à generalidade da população que já vive com muitas dificuldades. O excesso de benefícios daqueles administradores já levou a que o próprio Presidente da República tivesse sentido a obrigação de intervir publicamente. Mas tudo continua na mesma; a promiscuidade entre o poder político e o económico é um facto e feito com total despudor. Uma recente sondagem Gallup a nível mundial, e também em Portugal, mostra a falta de confiança que existe nos responsáveis políticos deste regime.
Tenho 47 anos de serviço ao Estado, nas mais diferentes funções de grande responsabilidade, sei como se pode governar com sentido de serviço público, sem qualquer vantagem pessoal, e sei qual é a minha pensão de aposentação publicada em Diário da República, sinto a revolta crescente daqueles que comigo contactam, eu próprio começo a sentir que a minha capacidade de resistência psicológica a tanta desvergonha, mantendo sempre uma posição institucional e de confiança no sistema que a III República instaurou, vai enfraquecendo todos os dias. Já fui convidado para encabeçar um movimento de indignação contra este estado de coisas e tenho resistido. Mas a explosão social está a chegar. Vão ocorrer movimentos de cidadãos que já não podem aguentar mais o que se passa. É óbvio que não será pela acção militar que tal acontecerá, não só porque não resolveria o problema mas também porque o enquadramento da UE não o aceitaria; não haverá mais cardeais e generais para resolver este tipo de questões. Isso é um passado enterrado. Tem de ser o próprio sistema político e social a tomar as medidas correctivas para diminuir os crescentes focos de indignação e revolta.
Os sintomas são iguais aos que aconteceram no final da Monarquia e da I República, sendo bom que os responsáveis não olhem para o lado, já que, quando as grandes explosões sociais acontecem, ninguém sabe como acabam. E as más experiências de Portugal devem ser uma vacina para evitar erros semelhantes na actualidade.
É espantosa a reacção ofendida dos responsáveis políticos quando alguém denuncia a corrupção, sendo evidente que deve ser provada; e se olhassem para dentro dos partidos e começassem a fazer a separação entre o trigo e o joio? Seria um bom princípio! Corrija-se o que está errado, as mordomias e as injustiças, e a tranquilidade voltará, porque o povo compreende os sacrifícios se forem distribuídos por todos."