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Foto 06112007(001)
Contribuir para o aumento da consciência cívica dos portugueses; promover uma cultura de cidadania responsável e exigente; alertar para os efeitos nocivos da corrupção; veicular situações de falta de transparência.
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Foto 06112007(001)
Nesta placa toponímica de Sintra (ex-Cintra), parece-nos culturalmente insuficiente a indicação ali constante, apenas Rua Marechal Saldanha, até por comparação com outras mais completas existentes nas proximidades.
Quando viveu e em que se distinguiu? Haverá certamente sobre o Marechal Saldanha algo mais a acrescentar nesta placa, que elucide quem por ali passe. No mínimo o período em que viveu: 1790 - 1876.
João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun (Azinhaga, Golegã, 17 de Novembro de 1790 — Londres, 21 de Novembro de 1876), 1.º conde, 1.º marquês* e 1.º duque de Saldanha, foi um marechal do exército português. Homem de Estado do tempo da Monarquia constitucional, influenciou de forma substancial o rumo dos acontecimentos do país ao longo de meio século. Foi inúmeras vezes ministro, assumindo designadamente as pastas da Guerra e dos Negócios da Fazenda. Foi também, por quatro vezes, primeiro-ministro de Portugal (em 1835, entre 1846 - 1849 e 1851 - 1856 e em 1870).
Era poliglota, falava francês, inglês e espanhol. Durante o seu governo no Rio Grande do Sul, no qual tomou posse em 20 de Agosto de 1821, conseguiu manter Porto Alegre relativamente em paz, a despeito das constantes manifestações em prol de mais liberdade política para a província. Em 08 de Agosto de 1822 é chamado de volta ao Rio de Janeiro.
Pela via materna (Maria Amália de Carvalho e Daun) era neto do marquês de Pombal.
Nota* Marquês de Saldanha foi um título nobiliárquico criado pela Rainha D. Maria II de Portugal, por decreto de 27 de Maio de 1834, a favor do Marechal João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun, em substituição do título de Conde de Saldanha que lhe havia sido concedido a 14 de Janeiro de 1833. Ao mesmo Marechal Saldanha, foi-lhe concedido o título de cortesia de Duque de Saldanha a 4 de Novembro de 1846.

Em “post” / mensagem de 30 de Junho de 2007 lamentámos que ainda constasse junto ao Campo das Cebolas, em Lisboa, um sinal indicativo de estacionamento do Estado com indicação dum Ministério que já não existia desde 2005. Vá lá que (só) ao fim de 2 anos - e apesar de ali estar diariamente um soldado da GNR (Brigada Fiscal) a controlar a utilização do espaço -, a situação foi agora finalmente corrigida, como a fotografia mostra.
Fotos 19062007 e 29102007

Na Urbanização da Portela, Junta de Freguesia da Portela (www.jf-portela.pt) inserida na área da Câmara Municipal de Loures, os nomes das ruas de certas zonas foram atribuídos em conformidade com determinados temas: navegadores/descobridores, actores, etc...
Na zona correspondente aos actores, existem, e muito bem, as ruas dos Actores, Vasco Santana, Amélia Rey Colaço, Palmira Bastos, etc...
Mas porque será que a rua central, que nos recorda um elemento que nunca foi actor, o oficial de cavalaria do Exército português Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque (n. Batalha, 11 de Novembro de 1855 — f. Lisboa, 08 de Janeiro de 1902), está caracterizada como a fotografia ilustra?
A palavra ACTORES não estará a mais e não induzirá em erro a gente menos culta? A cor da placa, que já a caracteriza como pertencente a essa zona, não seria suficiente?
Foto 19102007
A toponímia desta Avenida que homenageia o Visconde Valmor, em Lisboa, é muito pouco esclarecedora. Mas de quem se trata? Tudo leva a crer que se tratará do 2º Visconde (18?-1898), diplomata, político, membro do Partido Progressista, par do reino, governador civil de Lisboa, a quem se deve o Prémio Valmor de Arquitectura**. Sobrinho paterno do 1º Visconde.
Ou será o 1º Visconde, dirigente das associações comerciais do Porto e de Lisboa, deputado em 1846 e 1848-1851, par do reino de 1853-1870?
O título de Visconde de Valmor foi instituído por decreto do rei Luís I de Portugal de 11 de Março de 1867, em benefício de José Isidoro Guedes.
1º José Isidoro Guedes (?-?)
2º Fausto de Queirós Guedes (18? – 1898)
3º José Guedes Pinto Machado (1908 – ), também 4.º Conde de Almedina
Notas
* O local e as datas de nascimento constantes na Internet, Lisboa e Lamego, 1937 e 1940, nomeadamente em maltez.info e na wikipedia, não coincidem.
** O Prémio Valmor de Arquitectura (associado a partir de 1982 ao Prémio Municipal de Arquitectura, passando a denominar-se Prémio Valmor e Municipal de Arquitectura) tinha por finalidade premiar a qualidade arquitectónica dos novos edifícios construídos na cidade de Lisboa.
Trata-se de um prémio pecuniário que, de acordo com o testamento deixado pelo Visconde de Valmor Fausto Queirós Guedes, seria repartido em partes iguais pelo arquitecto e pelo proprietário da construção. Para o efeito foi criado um fundo gerido pela Câmara Municipal de Lisboa com o dinheiro deixado por este 2º visconde.
Inicialmente este prémio só contemplava edifícios de habitação mas mais tarde passou também a incluir qualquer tipo de edificação e arquitectura paisagista.
Foto 18102007
Afinal, quem tem responsabilidade, ou a responsabilidade, na alteração ao Artigo 30º do Código Penal, que introduz a figura do crime continuado nos crimes contra pessoas, como os abusos sexuais*, aplicável a quem violar repetidamente a mesma vítima?
E que (por mero acaso?) pode ser aplicável num processo que ainda não transitou em julgado!!!
A bem da transparência!
Nota* Ou a integridade física.

E quantos mais poderão os utentes da cidade identificar?
Passemos então a estar atentos ao tempo que decorrerá até que essas situações, de risco comprovado, sejam suprimidas.
Quando deveria ter sido (ou poderá ser?) gasto algum dinheiro, com razoabilidade, para poupar algumas vidas?
Foto Pontosnegros001
Sábado à tarde, dia 06 de Outubro, era este o espectáculo na Avenida Praia da Vitória, a menos de 50 metros do Saldanha, na capital do País.
Uma questão de deficit de cidadania mas também dos serviços competentes da CML que não estão atentos. Uma intervenção pontual nestes casos e o dimensionamento da capacidade em recipientes, atenta a zona em causa, mereceria a acusação de negligência.
Foto 06102007(001)
Cerca da uma da manhã, pouco depois do fim da tourada e ainda alguns a sair, no Campo Pequeno em Lisboa. Um elemento do sexo masculino, cerca de 30 anos, balde e escova na mão, impressos vários que vai colando em tudo que o permite. Telefone do anunciante, que compra carros de mais de dez anos, bem visível: 934350163
Em Algés, a merecida homenagem a Hermano Patrone, reconhecido treinador de natação - em especial do Sport Algés e Dafundo -, o excessivo zelo colocado na placa toponímica pecou pelas imprecisões.Foto 28072007(002)

Ainda na linha dos bons e maus exemplos, continuando na cidade de Lisboa.É deste José António (ou Antônio) Pereira (Barbacena, 19 de Março de 1825 — Campo Grande, 11 de Janeiro de 1900) que foi um desbravador brasileiro, fundador da cidade de Campo Grande, que se trata?
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Na área do Município de Lisboa há, mas parece que só em teoria, um critério para as placas toponímicas. Porque na realidade ainda há muito para modificar e corrigir como se pode ver no bom e mau exemplo que as fotografias mostram.Fotos 08032007
http://pt.wikipedia.org/wiki/Monsanto_(Idanha-a-Nova)
Foto 15092007(004) alt
Como aqui se comentou em "post" do mês anterior, entendemos que o posicionamento dos nadadores-salvadores nas praias deve satisfazer, resumidamente: Verem e serem vistos, bem identificados, com conforto.
A estrutura que vimos (e mostramos) hoje, captado na Praia da Riviera, na Costa de Caparica, poderia ser um princípio, mas ainda com muitas falhas:
Fotos 05092007 (001)(002)(003)
O tema Educação, que pela sua importância deveria ter no nosso País outra centralidade e prospectiva, é hoje trazido para reflexão e comparação com a situação no nosso País. Em declarações recentes ao semanário Alba, de Inger Enkvist, assessora do ministério de Educação da Suécia , em que criticou a adopção (pela Espanha) de um modelo psicopedagógico que já demonstrou o seu fracasso.