quinta-feira, julho 12, 2007

Praias 2007. Algarve (V)

As falhas do sentido da responsabilidade são muitas vezes agravadas pela rotina com falta de sentido crítico. Sentido crítico que não está muito presente na educação e que leva a que se olhem para as coisas sem ver os erros, as contradições e as incongruências; e a não nos colocarmos no lugar dos outros avaliando se às questões ou dificuldades que se lhes possam deparar há respostas e soluções, o que, a não acontecer e existindo sentido crítico (obviamente construtivo), nos levaria a propor a quem de direito as acções mais convenientes.

Serve este intróito para, na linha de anteriores, assinalar mais algumas situações, em que quer os responsáveis, neste caso o concessionário e o seu pessoal, quer as entidades fiscalizadoras, não deram conta da situação quando a época balnear já vai avançada: Numa das áreas concessionadas da Praia da Rocha, de toldos azuis escuros, os elementos informativos colocados no painel junto ao material salva-vidas é o que as fotos mostram. Cor das bandeiras inexistente e alterada, falta de indicação dos contactos para emergência, etc... como se pode constatar. Situação completamente diferente doutras concessões, com quadros de modelo diferente e cores das bandeiras e telefones bem indicados.


Fotos 11072007 e 12072007

quarta-feira, julho 04, 2007

Cultura e atitude

Por nos permitir alguma reflexão, transcrevemos alguns extractos,
com sublinhado nosso, do artigo de António Pinto Leite,
publicado no Expresso, em 30 de Junho de 2007:


Elogio do entusiasmo

"Os portugueses, em vez de transformarem os problemas em soluções, transformam os problemas em depressões. Falta entusiasmo, energia vital, raça. Não é optimismo que nos falta, é pensamento positivo.

......

Falta entusiasmo na sociedade portuguesa.

A questão não é filosófica, é cultural.

A cultura é constituída pelo conjunto de crenças, de símbolos e de regras, tanto explícitas como subentendidas, que os membros de uma comunidade consensualizam para estruturar a vida em comum e uma convivência ordenada e agradável.

As pautas culturais constituem referências desde a nossa infância e delas absorvemos o essencial para a nossa perspectiva de vida, para a nossa atitude perante a vida.

A cultura de um país promove subtilmente a disposição colectiva para uma atitude positiva ou para uma atitude negativa.

A cultura portuguesa está impregnada de valores e de símbolos negativos. Escutar Portugal chega a ser penoso.

Em vez de perguntarmos com entusiasmo o que está por fazer, resmungamos culpas solteiras com o que deixámos de fazer.

.........

Os portugueses, em vez de transformarem os problemas em soluções, transformam os problemas em depressões.

Os problemas são desafios, não são fossas. As mudanças não são fatalidades, são oportunidades.

A pauta cultural leva algumas elites a maldizer ou porque se acham demasiado acima da pequenina realidade portuguesa, ou porque tiveram uma visão extraordinária e incompreendida que mais ninguém teve, ou porque, desde a infância, aprenderam que o desânimo inteligente desperta aceitação, chega mesmo a ser uma forma de «charme».

Em Portugal, a melancolia é chique, o entusiasmo é boçal.

Especialistas em encontrar culpados inimputáveis, os portugueses revêem-se nesse gratificante exercício inútil.

Quem feio ama, bonito lhe parece. Os portugueses é ao contrário: o bonito que amam, sempre feio lhes parece.

Falta entusiasmo, energia vital, raça. Não é optimismo que nos falta, é pensamento positivo.

O problema é que a pauta cultural de hoje está a formar as novas gerações. É esse o ponto preocupante que deve marcar a nossa reflexão."

Poluição visual (3)

É pena continuarmos a assistir à poluição visual do espaço público, como podemos ver na fotografia tirada hoje no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa.
Com a agravante de os anunciantes -bem identificáveis- divulgarem assim os seus produtos, sem custos (para os próprios) nem impostos , mas indo indirectamente ao bolso dos contribuintes que terão que pagar mais dia menos dia o restauro do que estragaram.

Foto 04072007

terça-feira, julho 03, 2007

Medidas pro-natalidade e família

Vale a pena ler o texto abaixo, de 03 de Julho de 2007, que não necessita de comentários, o qual transcrevemos parcialmente com a devida vénia, da APFN – Associação Portuguesa de Famílias Numerosas:

"O primeiro-ministro espanhol anunciou hoje a instituição de um subsídio de nascimento de 2500 Eur, em linha do que tem vindo a ser praticado na esmagadora maioria dos países europeus, cada vez mais preocupados, com razão, com a reduzida taxa de natalidade.

Recorde-se que, em Espanha, a taxa de natalidade já é crescente, mas, por estar longe dos desejáveis 2.1 filhos por casal, o governo viu-se na necessidade de aumentar os apoios às famílias com filhos, conforme tem vindo a ser insistentemente lembrado pela Comissão Europeia.

Por cá, sucede precisamente o contrário, apesar de Portugal ser dos raros países europeus com taxa de natalidade decrescente. Os resultados de 2006, ainda não divulgados pelo INE, irão apresentar o resultado do agravamento da política anti-natalista por parte deste governo que, não satisfeito, recentemente anunciou o aumento das taxas moderadoras para crianças até aos 12 anos, e isenção das mesmas taxas para as mulheres que abortam!

............."

domingo, julho 01, 2007

Boa vontade com ingenuidade

Circularam e ainda circulam na Internet há vários meses uns pretensos avisos duma entidade de segurança pública inexistente no nosso país (Secretaria da Segurança Pública - Superintendência da Policia Técnico-científica), sobre sinais que grupos de ladrões colocariam em casas, que teriam sob vigilância, com indicações sobre as facilidades e dificuldades para as assaltar. Uma sinalização, tipo código, que atemoriza as pessoas e as leva a difundirem-na de imediato pelas pessoas das suas relações, estimulados pela facilidade do seu reenvio por e-mail. Claro que aproveitando a situação, ainda há uns “brincalhões” que se aproveitam desta "informação" para pregar alguns sustos aos desprevenidos!

A Junta de Freguesia de S. José caiu no logro e ingenuamente colocou avisos à população conforme a fotografia abaixo, alertando-a para estes “sinais”. Esperemos que o ingénuo, que tão boa vontade revelou nesta divulgação, já tenha dado pelo logro.


Foto 22062007(001)

sábado, junho 30, 2007

Parque de estacionamento privativo do Estado

Quem passa junto ao Ministério das Finanças, depara-se com um espaço de estacionamento em espinha ao longo do passeio que acompanha toda a fachada do lado do Campo das Cebolas. Estacionamento apenas para viaturas autorizadas, cujo controlo é feito por um elemento da GNR, provavelmente da Brigada Fiscal. Várias placas a delimitarem os espaços de estacionamento, mas esta da fotografia, tirada há dias, que nos surpreende: MEPAT.

Consultada a Lei Orgânica do XVII Governo Constitucional, que entrou em vigor em 12 de Março de 2005, nada se refere que corresponda àquela sigla. Será que MEPAT quer dizer Ministério do Equipamento, do Planeamento e Administração do Território, Ministério que já não existe há algumas centenas de dias? Não terá havido tempo para corrigir aquela situação? Se não houve até agora, a ocupação neste período da Presidência da EU pode ser uma boa desculpa para ignorar estes detalhes. Pode a autoridade autuar quem ali estaciona num espaço destinado a uma entidade que não existe?

Foto 19062007

quarta-feira, junho 27, 2007

Sociedade civil (1)

Para ler e reflectir, valerá a pena ler no Jornal Público -, de 03 de Junho de 2007, o artigo de António Barreto - Retrato da Semana, intitulado:

A desumanidade da sociedade civil

de que se transcreve, para aguçar o leitor e a sua consciência cívica, o seguinte extracto:

""Uma esmola dada a um pobre é mais um dia de atraso na revolução", terá dito Lenine ou um dos seus amigos. A esquerda (na qual incluo todas as espécies ditas racionalistas, republicanas, laicas, socialistas ou comunistas) viveu sempre em combate contra a caridade. A seu favor, fica o papel crucial que desempenhou no reconhecimento dos direitos sociais e da igualdade entre todos os cidadãos. Assim como o seu contributo para a criação do Estado-providência. Mas, a seu desfavor, fica a desumanização da assistência aos desprotegidos. O Estado não é eficiente, nem acode rapidamente. Sobretudo, o Estado não é capaz de trazer o que muitas vezes é essencial: o apoio humano, o conforto afectivo e a esperança.

Que o Estado não seja capaz de humanidade, não é para admirar. Mas que grande parte dos seus técnicos e funcionários também o não seja, já deixa a desejar. As instituições parecem feitas para enquadrar e regulamentar, não para agir individualmente, com a humana generosidade que, muitas vezes, faz tanta ou mais falta do que o alimento ou o abrigo. Mais ainda: nessa enorme constelação de agências de voluntários, são poucas as organizações e poucas as pessoas que se dedicam a estas sacrificadas actividades por mero espírito de solidariedade laica. Para se dedicarem ao exibicionismo, ao dinheiro e à competitividade, os laicos entregam ao Estado as actividades de protecção e de solidariedade. Pode a sociedade civil distinguir-se pelas liberdades e pela igualdade. Mas falhou radicalmente na fraternidade."

terça-feira, junho 26, 2007

Toponímia e Cultura IX

Por todo o nosso Portugal há avenidas e ruas com o nome de Tenente Valadim. Tenente Valadim e apenas esta indicação, sem direito sequer a nome próprio, o que julgamos muito curto como ajuda à pouca cultura do povo português. Aliás, se efectuarmos uma pesquisa na Internet, a maioria das informações que obtemos é sobre os mais variados assuntos, apenas porque têm ligação a moradas com este nome. É esta a situação, que se ilustra na fotografia, registada em Cascais.

Eduardo António Prieto Valadim, nasceu em Lisboa a 13 de Julho de 1856. Em 1884 foi, como militar, servir Portugal em Moçambique. Participou em varias batalhas no norte Moçambicano e, o seu nome ficou para a história pelo facto de ter sido incumbido de comandar uma expedição a vários régulos e, a despeito do êxito alcançado sobre alguns, foi friamente decapitado pelo régulo Mataca, em Janeiro de 1890.

Foto 24062007

segunda-feira, junho 25, 2007

Vocação marítima? (1)


A Doca do Poço do Bispo, em Lisboa apresenta-se na baixa-mar como a fotografia documenta. Há vários anos que esta doca, sob responsabilidade da administração do Porto de Lisboa, já apelidada de cemitério de embarcações, não é dragada, inviabilizando a sua utilização (excepto em períodos muito limitados, o que não é praticável).
Num País com uma estratégia nacional para os assuntos marítimos só no papel, não admira que as actividades piscatórias e do recreio, fluviais ou marítimas, tenham esta baixa prioridade, a curto prazo menos lucrativa do que os eventos, o betão e a restauração na frente Tejo.

Foto 20062007(001)

sábado, junho 23, 2007

Portugal português? (1)

Será isto em Portugal?

Lamentavelmente é, na Praia da Rocha, entre a avenida marginal e a praia.
Seria interessante que ali se colocasse uma placa com o nome dos (ir)responsáveis, com uma fotografia de como era antes desta construção este espaço.

Foto 13082006

terça-feira, junho 19, 2007

Filas de espera (1)

Lamentavelmente, mas com frequência, quando se está a ser atendido ao balcão depois de se ter permanecido em pé numa fila, aparece alguém ao nosso lado, a apoiar-se no balcão para descansar, ou a esperar uma oportunidade para fazer uma pergunta. Invariavelmente também segue com alguma atenção a nossa conversa, que, mesmo que não seja reservada, torna a situação desagradável.

Em boa hora se vão estabelecendo formas ou linhas limitadoras do acesso, mas nem sempre o espaço, que dista do balcão ou guiché ao local de espera, o permite. E para algumas pessoas essas linhas nem sempre parecem ser esclarecedoras!

Daí que a solução que se mostra na fotografia junta, com a legenda bem explicativa, nos parece ser uma boa opção. Esperemos que seja!

Foto 12062007

segunda-feira, junho 18, 2007

Jornalismo de qualidade? (1)

Na Edição do Diário de Notícias de 18 de Junho de 2007, na 1ª página, repito, na primeira página, veio publicada a imagem e texto que se mostra.

Inserida entre duas notícias, embora em cor diferente, remete-nos para maior desenvolvimento à página 61. “Ladra”, “Nelly Furtado foi filmada a roubar jóias” e “Canal AXN passa as imagens amanhã”, são as expressões usadas no texto. Na página 61 e só aí podemos finalmente verificar que se trata de publicidade ao papel que a actriz desempenha numa série de televisão.

Dispenso-me de comentar esta técnica, que não se coaduna(va) com o jornal em questão.


segunda-feira, junho 11, 2007

Espaço temático em Fátima

Visitei há pouco tempo o espaço temático Vida de Cristo em Fátima, visita que custa por pessoa o preço indicado na cópia do bilhete junto.


Com interesse relativo, mas mais adequado a toda a envolvente do Santuário do que todo o horror urbanístico e arquitectónico de Fátima (para não falar da falta de planeamento e adequação das acessibilidades, suficientemente postas à prova no passado dia 13 de Maio com a perturbação de quem circulava para outros destinos na A1). E com figuras em poses mais naturais do que os "bonecos" do Museu de Cera.
Mas um reparo essencial a um aspecto incompreensível num local tão visitado por estrangeiros: As placas explicativas, com extractos da Bíblia, que ilustram as diferentes "salas", estão escritas em português e só nesta língua. A solução tão usada nos nossos Museus, em que se disponibilizam os mesmos textos em diferentes línguas em escaparates apropriados, parece-nos fácil, barata e evidente.
PORTANTO, A CORRIGIR COM URGÊNCIA PELOS RESPONSÁVEIS.

domingo, junho 03, 2007

Pombas nas cidades (1)

Esta imagem obtida na cidade de Lisboa, é também frequente noutras localidades. Muitos pombos e pombas nas fachadas e telhados dos edifícios, alimentados carinhosamente pela população, mas no desconhecimento das possíveis consequências.

O pombo, para além da transmissão de doenças, algumas delas com elevada perigosidade, é um portador natural de parasitas perigosos que se podem transmitir com facilidade aos seres humanos (Ex: Criptococose, Salmonelose, Ornitose e Psitacose, Tuberculose aviária).

É possível reconhecer os pombos doentes e isolá-los, no entanto, por vezes, a colónia apresenta mais de 60% de elementos enfermos, sendo então difícil resolver o problema sem recorrer ao seu abate, o que levanta problemas junto dos sectores mais sensíveis da opinião pública.

A transmissão de doenças não implica o contacto directo com os animais. Junto de ninhos e zonas de criação, este problema é particularmente premente. O carrapato do pombo entra facilmente nas zonas de habitação na busca de um organismo vivo que lhe sirva de hóspede.

Os pombos descansam, durante o seu voo diurno, nas varandas e parapeitos, sacudindo as suas asas e as suas penas, lançando desse modo dezenas de carrapatos para as suas zonas de pouso.

Por outro lado, os excrementos dos pombos, que nalguns locais atingem vários centímetros de espessura, servem de depósito de bactérias e vírus que passam para os seres humanos através do ar que respiramos.

Foto 30052007(002)

sábado, junho 02, 2007

Símbolos Nacionais (1)

Os símbolos nacionais são bens jurídicos considerados dignos de tutela penal, que merecem deferências, hoje mal-lembradas ou mesmo desconhecidas em muitos elementos da sociedade portuguesa.
Um desses símbolos é o Hino Nacional – A Portuguesa, cuja letra convirá recordar:

A Portuguesa

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,

Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há - de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

Sendo o Patriotismo o sentimento de amor e devoção à pátria, através de atitudes de devoção para com a sua pátria podemos identificar um patriota. Há diferentes tipos de patriotismo e diferentes tipos de mostrar como são devotos ao seu lugar de origem.

Será este o caso, o do proprietário da viatura registada na fotografia, estacionada há uns tempos junto ao Ministério das Finanças, em Lisboa?

Foto 26042007

segunda-feira, maio 28, 2007

Estado português pessoa de bem? (1)

Permito-me transcrever, com a devida vénia, de Pedro Vassalo:
"São retratos pessoais, experiências que acontecem a todos, e todos os dias. De uma vez é a espera, do tamanho de uma manhã, na segurança social por um erro que a própria administração causou. Pedem-se desculpas, explica-se que dos sete funcionários três não estão, vá-se lá saber porquê, que a hora do almoço já nunca acontece, que o computador não funciona, que o sistema vai abaixo, que a colega do serviço A é que sabe do assunto, mas que hoje, foi só hoje, não pode atender. No guichet, à porta do serviço, sucedem-se as reclamações, porque se cobrou indevidamente, porque as guias estão trocadas, porque ficaram de mandar uma carta que nunca chegou, porque a conta foi penhorada mas tudo está pago, porque isto e aquilo."

Num condomínio da Urbanização da Portela, que conheço bem, foi recebida da Segurança Social uma conta de (pretensas) dívidas do prédio dos últimos 15 anos, num total de cerca de 10000 €, contendo ameaças de penhora , etc... Reunidas de emergência todas as administrações do prédio daqueles períodos, foi possível recuperar todos os recibos de pagamento, comprovando-se que tudo tinha sido pago, não havendo portanto a registar qualquer dívida. Neste caso, como doutros que são do nosso conhecimento, nem um pedido de desculpas nem o assumir de que a pretensa dívida não existia ou estava afinal saldada, tendo a administração pública ficado por esta indevida forma com as contas em dia e sem qualquer esforço dos respectivos funcionários, compensados assim da inoperância, desses ou doutros, nos anos anteriores.

Será este um processo de criar a confiança dos cidadãos no Estado?

quarta-feira, maio 16, 2007

Escrever bem português? (1)

No IKEA em Alfragide:

a) pode ser ficar no exterior

b) pode ficar no exterior

c) pode ser deixado no exterior

d) pode ser deixado ficar no exterior


Foto 11052007

terça-feira, maio 15, 2007

Toponímia e Cultura VIII



A República foi proclamada dos Paços do Concelho (actual Câmara Municipal) em Lisboa, em 5 de Outubro de 1910.
A Avenida 5 de Outubro, assinalada laconicamente como a fotografia documenta, não poderia ser melhor caracterizada? Em baixo, no mínimo a indicação do ano.

A nossa identidade, que não é estática, constrói-se e alicerça-se na memória histórica.

Foto 13052007(001)

segunda-feira, maio 14, 2007

Sinalética (2)


Quem entra de carro na Praça da Figueira em Lisboa, depara-se com este conjunto de sinalização ilustrado na fotografia.
Mesmo no caso do semáforo estar vermelho em que o veículo pode parar, haverá tempo para o condutor ler e interpretar tanta informação?

Foto 14052007

terça-feira, maio 01, 2007

Oceanário de Lisboa

Parque de estacionamento temporário ou definitivo?

O edifício do Oceanário e o seu espaço envolvente ficam certamente prejudicados com a transformação dum espaço temporário de serviços, que compreendemos necessário, em parque de estacionamento permanente, que não compreendemos e não aceitamos. A bem da estética daquele espaço, para nós e para quem nos visita.

O abandalhamento não pode fazer parte de quem serve e de quem dirige aquele local.

Foto 01052007