No IKEA em Alfragide:a) pode ser ficar no exterior
b) pode ficar no exterior
c) pode ser deixado no exterior
d) pode ser deixado ficar no exterior
Foto 11052007
Contribuir para o aumento da consciência cívica dos portugueses; promover uma cultura de cidadania responsável e exigente; alertar para os efeitos nocivos da corrupção; veicular situações de falta de transparência.
.jpg)
A nossa identidade, que não é estática, constrói-se e alicerça-se na memória histórica.
Foto 13052007(001)
O edifício do Oceanário e o seu espaço envolvente ficam certamente prejudicados com a transformação dum espaço temporário de serviços, que compreendemos necessário, em parque de estacionamento permanente, que não compreendemos e não aceitamos. A bem da estética daquele espaço, para nós e para quem nos visita.
O abandalhamento não pode fazer parte de quem serve e de quem dirige aquele local.
Foto 01052007

.jpg)
Foto 24042007(008) e foto 12122006
Feliz iniciativa esta, que não é original do nosso País, de envolver a população interessada no aprofundamento do conhecimento da sua própria língua, pondo-a à prova; ainda com a possibilidade de, através do sítio www.linguaportuguesa.aeiou.pt , permitir o acesso às correcções dalgumas provas.
Mas nem tudo nos pareceu bem nesta final, algo confusa. O apuramento dos melhores entre os finalistas foi feito por processo desigual e fortemente condicionado pelo factor sorte, quer pelo grau de dificuldade das perguntas, quer pela diferente extensão das alternativas de resposta, lidas pela apresentadora Bárbara Guimarães, algumas inadmissivelmente mal e erradamente pronunciadas. Pareceu mais justo o processo seguinte de apuramento dos restantes finalistas, confrontando-os, ao mesmo tempo, com a mesma pergunta (se bem que suscitando dúvidas a fiabilidade do equipamento utilizado para registar a velocidade das respostas).
Um reparo ainda, pela sua vertente deseducativa, perante uma assembleia de todas as idades e muitas crianças, com transmissão em directo pela TV:
- a apresentadora, depois de ler os papéis que tinha na mão (folhas brancas A4?), deitava-os para o chão do palco, como se pode ver na fotografia (tirada directamente do televisor doméstico e daí a sua má qualidade).
Não poderia a Produção ter arranjado uma solução para evitar este mau exemplo?
Foto 28042007
Em pleno bairro de Campo de Ourique, em Lisboa, também há placas em azulejo como a fotografia documenta. Correia Teles não mereceria ser melhor e mais justamente identificado pela população? Em que época viveu e em que se distinguiu?José Homem Correia Teles nasceu a 10 de Maio de 1780, em Santiago de Besteiros, na Serra do Caramulo. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1800 e advogou em Tondela. Desempenhou as funções de Juiz de Fora, na Figueira da Foz. Desembargador da Relação do Porto e sócio honorário da Associação dos Advogados de Lisboa. Em 13 de Fevereiro de 1827, foi provido no lugar de Superintendente das obras da Barra de Aveiro. Foi Deputado em quatro Legislaturas. Em 1820 foi eleito por Estarreja à Assembleia de Viseu. Notabilizou-se pelas obras jurídicas: "O Manual de Tabelião", "Manual de Processo Civil", "O Código Civil" e "O Direito Português". Faleceu em Estarreja a 3 de Julho de 1849 e está sepultado no Cemitério Paroquial de Beduído.
Foto 24042007(007)Circulam frequentemente na INTERNET determinadas mensagens, que sob a capa de denúncia de anomalias ou de avisada prevenção do consumidor, levam as pessoas a reencaminhar esses mails sem prévio juízo crítico, aumentando o número dos destinatários de modo progressivo. Se uma das vantagens da NET é a rapidez da divulgação da informação, essa velocidade parece ser, em muitos casos, impeditiva de que funcione a razão, com a agravante de atingir grande número de destinatários assim desinformados.
Tendo circulado recentemente por e-mail algumas considerações sobre ACTIMEL que abaixo se repetem, transcreve-se seguidamente a informação que sobre esse assunto foi colhida na DECO:
Exmo Senhor;
Em resposta ao seu mail informo que esta informação é mais uma dessas "notícias" que circulam pela internet e que não apresentam qualquer fundamento. Desde já informamos que o L. casei é uma bacteria denominada Lactobacillus casei e não uma substância conforme referido no mail. É uma bacteria láctica que se encontra de forma habitual no leite e que de forma alguma é gerada pelo nosso organismo. Os Lactobacillus são largamente conhecidos já há muitos anos e empregues na transformação do leite e obtenção de derivados fermentados do tipo queijo, iogurtes, kefir, etc. Assim não se trata de algo "estranho" já que andamos a consumir este tipo de bacterias há anos sem nenhum risco para a nossa saúde.
Efectivamente trata -se de uma informação falsa e sem qualquer fundamento, que teve origem na Argentina, e está a percorrer, através de correio electrónico, as comunidades de línguas espanhola e portuguesa."
Com os nossos melhores cumprimentos,
O Departamento de Formação
Fernanda Santos (DECO)
Algumas coisas interessantes sobre o ACTIMEL:
O ACTIMEL fornece ao organismo uma bactéria chamada L.CASEI. Esta substancia é gerada normalmente por 98% dos organismos, mas quando é administrada externamente por um tempo prolongado, o organismo deixa de produzi-la e paulatinamente "esquece" que deve faze-lo e como faze-lo, sobretudo em pessoas menores a 14 anos.
Na realidade, surgiu como um medicamento para essas poucas pessoas que não o produziam naturalmente, mas esse universo era tão pequeno que o medicamento não se tornou rentável; para render algum dinheiro foi vendida a sua patente a empresas alimentícias.
Descobri hoje que a "Secretaria de Salud", autoridade espanhola, obrigou a ACTIMEL (La Serenisima) a indicar na sua publicidade que o produto não deve consumir-se por um tempo prolongado; e cumpriram, mas de uma forma tão subtil que nenhum consumidor o percebe (p.ex. "desafio actimel: consuma-o durante 14 dias" o "faça de Agosto o seu acti-mês").
Se uma mãe decide completar a dieta com ACTIMEL, não percebe nenhum aviso sobre o seu inconveniente e não vê que pode estar a provocar um dano importante ao futuro dos seus filhos ou ao seu, por causa das manipulações publicitarias da multinacional DANONE para incrementar os seus benefícios sem lhes importar a saúde dos consumidores.
Provavelmente alguns vão achar que isto não passa de exagero, ou contra informação, pela saúde dos filhos e a sua, pesquise, informe-se, e depoisdecida se deve correr o risco!
.jpg)
De quem se trata? Do Almirante Pessanha 1º, 2º ou 3º Almirante de Portugal, título concedido pelo Rei de Portugal D. Dinis? Provavelmente de Manuel Pessanha o 1º Almirante de Portugal e uma referência à época não seria certamente desajustada -Séc. XIII / XIV-!
Manuel Pessanha (nome italiano Pezagno, depois aportuguesado) foi um genovês que entrou ao serviço de Portugal, no tempo do rei D. Dinis, tendo-o este encarregado de reorganizar a ainda modesta armada portuguesa, conferindo-lhe em troca o título de Almirante de Portugal. Dos seus primeiro e segundo casamentos, nasceram respectivamente Bartolomeu Pessanha e Lançarote Pessanha, que lhe sucederam à frente do almirantado Almirante de Portugal como 2º e 3º Almirantes.
O Almirante Manuel Pessanha participou nas batalhas navais entre Castela e Portugal no tempo de Afonso IV de Portugal e Afonso IX de Castela, tendo sido feito prisioneiro dos castelhanos em 1337, após a derrota na Batalha do Cabo de São Vicente (foi libertado em 1339). Mais tarde, em 1341, participou num ataque a Ceuta, considerada um refúgio de piratas marroquinos que depredavam regularmente as costas do reino do Algarve.
Foto 09032007(005)
As normas que a Câmara Municipal de Lisboa tem em vigor para a toponímia de Lisboa são as abaixo descritas, como se pode confirmar em:
http://www.cm-lisboa.pt/?id_categoria=96&id_item=5802
Divisão de Alvarás, Escrivania e Toponímia
Campo Grande, 25 - 1º B 1749-099 Lisboa
E então, onde se enquadram os casos de que iremos dando conta, como por exemplo o desta foto? E já agora não seria conveniente divulgar quem foi Brás Pacheco?

| I |
| II |
| III |
| IV |
| V |
Foto 18042007
A Rua Bulhão Pato, em Lisboa, está assinalada como a placa fotografada indica. E será esta indicação suficiente? Para muitos o que sabem apenas se relaciona com um prato culinário de amêijoas.
E de que Bulhão Pato se trata afinal?
De Raimundo António de Bulhão Pato, Escritor – Poeta, n. 03MAR1829 e f. 24AGO1912 ou de seu pai Francisco Bulhão Pato, também Poeta ?
Ou será uma rua dedicada à Família Bulhão Pato?
Nalguns concursos televisivos tem sido incluída uma chamada “pergunta de casa”, à qual os telespectadores são convidados a responder ligando para um telefone fixo indicado no programa ou no teletexto.
No caso agora em apreço, a RTP1 no concurso “Um contra todos” indica a pergunta e três alternativas de resposta a que se pode responder para o telefone 760300234, com custo de chamada de 0,60€ + IVA. O prémio oferecido que era em tempos de 750€ foi recentemente aumentado no novo figurino do concurso para 2000€.
A pergunta é normalmente de muito fácil resposta, tal como noutros concursos, em que para mais, ao longo do programa, vão sendo dadas alguma ajudas facilitadoras. Por exemplo em 16 de Março de 2007 a pergunta era “Em que cidade se encontra a Torre Eiffel?” com as tais três alternativas de resposta, necessariamente com Paris incluída.
O “feliz” contemplado, certamente não por acaso, nunca é anunciado no próprio dia em que a pergunta é formulada e o tempo para resposta é normalmente muito longo, certamente até estar reunido (ou largamente ultrapassado) o valor do prémio em chamadas recebidas. Caso a pergunta fosse difícil o número de respondentes seria por certo reduzido, com prejuízo para a casa. E qual o critério de atribuição do prémio aos inúmeros respondentes que acertam?
Não há aqui falta de transparência?
Num canal não privado e de serviço público esta falta de clareza não nos parece admissível!
A Rua Tomás Ribeiro, em Lisboa, está laconicamente assinalada como a fotografia documenta. Mas quem foi o Senhor Tomás Ribeiro? Em que época viveu e o que fez para merecer destaque numa das ruas da capital? Terá sido o Tomás António Ribeiro Ferreira que viveu entre 1831 e 1901, Escritor – Deputado – Ministro ?
Não se justificará que o departamento competente da Câmara Municipal de Lisboa reveja este tipo de situações?
Na zona do Palácio de Belém e dos Museus da Presidência da República e dos Coches estão estas sugestivas tabuletas, de "ajuda aos fisiologicamente mais necessitados". Mas prioritariamente aos estrangeiros de língua inglesa que serão os que mais rapidamente se aperceberão da sinalética, esquecida na placa a língua de Camões.
Se fosse nos tempos do Presidente Jorge Sampaio em Belém, de conhecida costela anglo-saxónica, ainda se compreenderia!
Foto 10032007
Aproximando-se rapidamente o início da época balnear e pretendendo-se que para alguns não se aplique nas praias vigiadas por motivos que lhes são alheios "Há mar e mar, há ir e não voltar", pretendemos trazer para discussão a necessidade de estruturas elevadas que permitam maior visibilidade aos nadadores-salvadores: que eles próprios sejam mais facilmente localizáveis, tarefa muitas vezes difícil, em zonas de grandes massas humanas, confundidos com os banhistas como já documentámos em "posts" anteriores do Algarve. Com a acrescida vantagem de que essas estruturas possam servir para mais fácil referenciação nas praias, inclusive entre os menos frequentadores e as crianças (como em tempos idos se fazia com as chamadas Bolas Nivea, passe a publicidade, que se calhar será necessária dadas as carências do Estado).
Parece-nos, por um lado, de elementar justiça realçar para a posteridade os aspectos em que os homenageados se distinguiram e que merecem a nossa admiração, por outro, reforçar esse respeito, facultando ao cidadão um melhor conhecimento daquele personagem, não o reduzindo a um simples e frio nome de rua.
Aqui daremos bons e maus exemplos, começando por casos de Lisboa, sempre com esperança que o assunto mereça melhor atenção da
autarquia.
E de que Anchieta se trata? Certamente que do Padre jesuíta José de Anchieta, ou será, se calhar para alguns, da cidade turística brasileira Anchieta?
Sobre o assunto tratado no nosso "post" anterior e em confirmação do que dissémos, foi divulgado pela SIBS o seguinte:
Esclarecimento da SIBS
A Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS), informa, na
1 – As informações são falsas.
2 – A referida técnica, de introdução do PIN “invertido”, não
3 – A SIBS não tem informação sobre a implementação desta
A SIBS aproveita para relembrar as boas regras de gestão do
• O código secreto é pessoal e intransmissível e deverá ser
• Nunca, em circunstância alguma, divulgue o código secreto
• Assim que receber o código secreto memorize-o e destrua o
• Não deve igualmente escrever o Código secreto no próprio
• Se pretender alterar o código pessoal, não utilize conjugações
As informações que
Circula há dias na Internet este aviso que transcrevo tal como o recebi por diversas vezes, porque se tem multiplicado, lamentavelmente, em progressão geométrica:
“Se for alguma vez, forçado por um ladrão a retirar dinheiro do multibanco, pode avisar a policia imediatamente, digitando o código ao contrário. Por exemplo, se o seu código for 1234, entao digite 4321. A máquina reconhece que o código está invertido de acordo com o cartão que acabou de inserir. De qualquer maneira a ATM dará o dinheiro, mas para o desconhecimento do ladrão, a policia será imediatamente acionada / enviada para ajudar.
Esta informação foi recentemente publicitada, e declara que isso raramente é usado porque as pessoas não sabem da existência deste mecanismo de defesa.
É uma informação extremamente útil e necessaria.”
Ora é triste ver que perante estes “amáveis” avisos, aparentemente úteis ou atentos às preocupações das pessoas, os destinatários não parem uns segundos para pensar ou para se esclarecerem junto de quem o possa fazer.
Exemplos que à partida invalidam a “teoria”:
a) 4114 ou qualquer capicua. O inverso é exactamente igual 4114. Então neste caso como se distingue? Não se aplica o procedimento?
b) 2622, em que o inverso é 2262 ou qualquer número do género. A máquina certamente que considera erro do código ou será que iria considerar um inverso actuando os meios indicados?
Sejamos mais críticos ao que recebemos e não corramos a validar e difundir estes novos contos do vigário, que no caso em apreço não causa prejuízos materiais mas pode ter consequências graves e imprevisíveis para quem, numa situação real, junto a um ladrão, pense que este método é eficaz.