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No restauro do Castelo de Belmonte podemos ver logo à entrada o que a imagem documenta.
Com toda a franqueza choca-nos. Não haveria uma melhor solução?
Fotos 31032007 (001) e DSCN1833(2)
Contribuir para o aumento da consciência cívica dos portugueses; promover uma cultura de cidadania responsável e exigente; alertar para os efeitos nocivos da corrupção; veicular situações de falta de transparência.
A Rua Bulhão Pato, em Lisboa, está assinalada como a placa fotografada indica. E será esta indicação suficiente? Para muitos o que sabem apenas se relaciona com um prato culinário de amêijoas.
E de que Bulhão Pato se trata afinal?
De Raimundo António de Bulhão Pato, Escritor – Poeta, n. 03MAR1829 e f. 24AGO1912 ou de seu pai Francisco Bulhão Pato, também Poeta ?
Ou será uma rua dedicada à Família Bulhão Pato?
Nalguns concursos televisivos tem sido incluída uma chamada “pergunta de casa”, à qual os telespectadores são convidados a responder ligando para um telefone fixo indicado no programa ou no teletexto.
No caso agora em apreço, a RTP1 no concurso “Um contra todos” indica a pergunta e três alternativas de resposta a que se pode responder para o telefone 760300234, com custo de chamada de 0,60€ + IVA. O prémio oferecido que era em tempos de 750€ foi recentemente aumentado no novo figurino do concurso para 2000€.
A pergunta é normalmente de muito fácil resposta, tal como noutros concursos, em que para mais, ao longo do programa, vão sendo dadas alguma ajudas facilitadoras. Por exemplo em 16 de Março de 2007 a pergunta era “Em que cidade se encontra a Torre Eiffel?” com as tais três alternativas de resposta, necessariamente com Paris incluída.
O “feliz” contemplado, certamente não por acaso, nunca é anunciado no próprio dia em que a pergunta é formulada e o tempo para resposta é normalmente muito longo, certamente até estar reunido (ou largamente ultrapassado) o valor do prémio em chamadas recebidas. Caso a pergunta fosse difícil o número de respondentes seria por certo reduzido, com prejuízo para a casa. E qual o critério de atribuição do prémio aos inúmeros respondentes que acertam?
Não há aqui falta de transparência?
Num canal não privado e de serviço público esta falta de clareza não nos parece admissível!
A Rua Tomás Ribeiro, em Lisboa, está laconicamente assinalada como a fotografia documenta. Mas quem foi o Senhor Tomás Ribeiro? Em que época viveu e o que fez para merecer destaque numa das ruas da capital? Terá sido o Tomás António Ribeiro Ferreira que viveu entre 1831 e 1901, Escritor – Deputado – Ministro ?
Não se justificará que o departamento competente da Câmara Municipal de Lisboa reveja este tipo de situações?
Na zona do Palácio de Belém e dos Museus da Presidência da República e dos Coches estão estas sugestivas tabuletas, de "ajuda aos fisiologicamente mais necessitados". Mas prioritariamente aos estrangeiros de língua inglesa que serão os que mais rapidamente se aperceberão da sinalética, esquecida na placa a língua de Camões.
Se fosse nos tempos do Presidente Jorge Sampaio em Belém, de conhecida costela anglo-saxónica, ainda se compreenderia!
Foto 10032007
Aproximando-se rapidamente o início da época balnear e pretendendo-se que para alguns não se aplique nas praias vigiadas por motivos que lhes são alheios "Há mar e mar, há ir e não voltar", pretendemos trazer para discussão a necessidade de estruturas elevadas que permitam maior visibilidade aos nadadores-salvadores: que eles próprios sejam mais facilmente localizáveis, tarefa muitas vezes difícil, em zonas de grandes massas humanas, confundidos com os banhistas como já documentámos em "posts" anteriores do Algarve. Com a acrescida vantagem de que essas estruturas possam servir para mais fácil referenciação nas praias, inclusive entre os menos frequentadores e as crianças (como em tempos idos se fazia com as chamadas Bolas Nivea, passe a publicidade, que se calhar será necessária dadas as carências do Estado).
Parece-nos, por um lado, de elementar justiça realçar para a posteridade os aspectos em que os homenageados se distinguiram e que merecem a nossa admiração, por outro, reforçar esse respeito, facultando ao cidadão um melhor conhecimento daquele personagem, não o reduzindo a um simples e frio nome de rua.
Aqui daremos bons e maus exemplos, começando por casos de Lisboa, sempre com esperança que o assunto mereça melhor atenção da
autarquia.
E de que Anchieta se trata? Certamente que do Padre jesuíta José de Anchieta, ou será, se calhar para alguns, da cidade turística brasileira Anchieta?
Sobre o assunto tratado no nosso "post" anterior e em confirmação do que dissémos, foi divulgado pela SIBS o seguinte:
Esclarecimento da SIBS
A Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS), informa, na
1 – As informações são falsas.
2 – A referida técnica, de introdução do PIN “invertido”, não
3 – A SIBS não tem informação sobre a implementação desta
A SIBS aproveita para relembrar as boas regras de gestão do
• O código secreto é pessoal e intransmissível e deverá ser
• Nunca, em circunstância alguma, divulgue o código secreto
• Assim que receber o código secreto memorize-o e destrua o
• Não deve igualmente escrever o Código secreto no próprio
• Se pretender alterar o código pessoal, não utilize conjugações
As informações que
Circula há dias na Internet este aviso que transcrevo tal como o recebi por diversas vezes, porque se tem multiplicado, lamentavelmente, em progressão geométrica:
“Se for alguma vez, forçado por um ladrão a retirar dinheiro do multibanco, pode avisar a policia imediatamente, digitando o código ao contrário. Por exemplo, se o seu código for 1234, entao digite 4321. A máquina reconhece que o código está invertido de acordo com o cartão que acabou de inserir. De qualquer maneira a ATM dará o dinheiro, mas para o desconhecimento do ladrão, a policia será imediatamente acionada / enviada para ajudar.
Esta informação foi recentemente publicitada, e declara que isso raramente é usado porque as pessoas não sabem da existência deste mecanismo de defesa.
É uma informação extremamente útil e necessaria.”
Ora é triste ver que perante estes “amáveis” avisos, aparentemente úteis ou atentos às preocupações das pessoas, os destinatários não parem uns segundos para pensar ou para se esclarecerem junto de quem o possa fazer.
Exemplos que à partida invalidam a “teoria”:
a) 4114 ou qualquer capicua. O inverso é exactamente igual 4114. Então neste caso como se distingue? Não se aplica o procedimento?
b) 2622, em que o inverso é 2262 ou qualquer número do género. A máquina certamente que considera erro do código ou será que iria considerar um inverso actuando os meios indicados?
Sejamos mais críticos ao que recebemos e não corramos a validar e difundir estes novos contos do vigário, que no caso em apreço não causa prejuízos materiais mas pode ter consequências graves e imprevisíveis para quem, numa situação real, junto a um ladrão, pense que este método é eficaz.

Confrange-me que estas placas que assinalam a “Avenida João XXI” na cidade de Lisboa, não sejam simultaneamente pedagógicas. Sem dificuldade e custos de maior, ganhariam muitos incultos e turistas com informação adicional sobre este grande homem do século XIII (Pedro Julião /Pedro Hispano) que foi o 188º Papa da Igreja Católica, único Papa português até aos nossos dias. Aqui ficam à (des)atenção da CML sugestões de informações mínimas a acrescentar:
n.1215 Lisboa – f. 1277 Viterbo
ou
188º Papa 20SET1276 – 20MAI1277
Constata-se que essa responsabilidade de “observatório” das vias de circulação rodoviária (não esquecendo a pedonal que a ladeia), para onde (especialmente pelos cidadãos activos, a par dos próprios serviços) possam ser encaminhadas as anomalias e sugestões tendentes à melhoria da segurança das pessoas e do transito, ou não está claramente assumida ou, muitas vezes, dispersa por várias entidades que não conseguem uma apreciação e solução dos problemas de forma global.
A título de exemplo:
Observe-se a colocação da passadeira que as fotografias (tiradas em 30DEZ2006) documentam (Portela – Loures), imediatamente a seguir a uma curva a 90/100 graus, quer do ponto de vista do condutor dum veículo quer dos peões que atravessam a passadeira da esquerda para a direita.
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Quem deve reavaliar estas situações? Quem se deve alertar?
Ou será necessário, à boa maneira portuguesa, que primeiro haja um acidente?
No Diário da República, 1.a série—N.o 25—5 de Fevereiro de 2007 pode ver-se um primeiro passo para este quatro-em-um* que passa a ser o cartão de cidadão. As Portarias dos Ministérios envolvidos e a adequação dos serviços de identificação completarão o quadro necessário à efectivação desta medida, sem necessidade de honras fúnebres ao Bilhete de Identidade de Cidadão Nacional.
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Lei n.o 7/2007 de 5 de Fevereiro - Cria o cartão de cidadão e rege a sua emissão e utilização
1—O cartão de cidadão contém os seguintes elementos visíveis de identificação do seu titular:
a) Apelidos;
b) Nome(s) próprio(s);
c) Filiação;
d) Nacionalidade;
e) Data de nascimento;
f) Sexo;
g) Altura;
h) Imagem facial;
i) Assinatura;
j) Número de identificação civil*;
l) Número de identificação fiscal*;
m) Número de utente dos serviços de saúde*;
n) Número de identificação da segurança social*.
2—Na ausência de informação sobre algum elemento referido no número anterior, o cartão de cidadão
contém, na área destinada a esse elemento, a inscrição da letra «X» ou de outra menção prevista na lei.
Para grandes males , grandes remédios! Trata-se dum curioso aviso, em espaço semi-público pelo qual transitam hóspedes, nas traseiras de um Hotel, em Fátima, estando aparentemente a dar resultado.
E esta situação particular, levanta-nos uma questão mais geral.
Será que apenas pela fiscalização e exercício da autoridade se consegue manter a limpeza dos espaços comuns e dos espaços públicos?
Lamentavelmente ainda nos parece que sim, sem tendência (educação) para melhorar.

A frequência com que se vêem situações como a que a fotografia documenta, denotam o grau de civismo que lhes está associado. Instalados no seu comodismo, para não se deslocarem umas dezenas de metros, alguns moradores poluem o ambiente e o espaço, auto-justificando-se com a reduzida dimensão do recipiente para o lixo, sem quererem perceber que não foi para isso que foi criado!

