Desta situação é exemplo a imagem junta, retirada das instruções (em letras azuis) que acompanham a cobertura para uma tábua de passar-a-ferro.

Contribuir para o aumento da consciência cívica dos portugueses; promover uma cultura de cidadania responsável e exigente; alertar para os efeitos nocivos da corrupção; veicular situações de falta de transparência.

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Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo (n. Lisboa 28 de Março de 1810; f. Santarém 13 de Setembro de 1877) que também foi escritor e poeta, historiador e jornalista, não merecerá uma informação adicional a bem da cultura dos portugueses e do esclarecimento dos que nos visitam?
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Sem comentários esta notícia da Lusa sobre procedimentos "exemplares" de alguns gestores públicos. Ficamos com curiosidade de saber com que fundamento não pagavam as multas /coimas do seu bolso!
Lisboa, 20 Abr (Lusa) - O Tribunal de Contas (TC) detectou gestores públicos, multados pelo tribunal, que estão a pagar as multas através dos orçamentos dos serviços e não do próprio bolso, o que é uma prática ilegal, confirmou à Lusa fonte oficial do TC.
"O Tribunal teve conhecimento de casos em que os gestores públicos pagaram multas através do orçamento das entidades a que pertencem" o que é uma situação "ilegal e muito grave", disse fonte oficial do TC.
O tribunal, presidido por Guilherme d'Oliveira Martins, não sabe ainda em quantos casos foi adoptado este expediente, mas promete seguir a situação "com atenção".
A mesma fonte justifica que "as multas têm uma natureza pessoal, pelo que utilizar o dinheiro público para o seu pagamento configura uma infracção grave" e acrescenta que é o "produto das multas contitui receita do Estado e não receita do Tribunal de Contas".
Consequentemente, e assim que as situações forem plenamente analisadas, os gestores públicos que recorreram a esta prática ilegal poderão ter de devolver o dinheiro pago pelo orçamento do serviço, "sem prejuízo das demais responsabilidades a apurar noutros foros, nomeadamente no foro criminal".
07.04.09
Alberto Costa: demissão e revogação
Não costumo usar os blogs aos serviço de questões pessoais. É estranho, mas é um modo de ser. Só que desta feita está em causa algo de nobre: a verdade num assunto de Estado.
Não quero entrar, nem entrei, por razões compreensíveis na questão Freeport, nem na matéria das pressões ou que se aleguem terem sido pressões. Não conheço os factos e só falo do que sei. Além do mais, desempenho um cargo na Ordem dos Advogados que me obriga ao dever de reserva.
Ora sucede que na sua edição de hoje o jornal Público recorda a demissão de Alberto Costa, actual ministro da Justiça, por despacho meu. Sob o título «Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões sobre juiz», o jornal relata as razões da demissão e a sequência da mesma.
O texto, que está todo aqui, tem, porém, uma omissão, pelo que na memória dos que lerem, ficará assim a pairar uma versão incorrecta dos factos e sobretudo uma versão que o demitido tentou passar para a imprensa quando de uma visita oficial sua ao território de Macau, em 2005 e que tive de desmentir então: a de que o acto de demissão fora, afinal, ilegal, e por isso anulado pelos tribunais.
Terei permitido tal omissão ao não ter aceite falar com o jornalista? Talvez. A discrição tem destes efeitos.
Cito, pois, aquilo que acabo de comunicar ao jornal, esperando publicação e para que fique assim mais substanciada a verdade.
«Demiti Alberto Costa por despacho fundamentado, que se baseava no que foi adquirido por um inquérito realizado pelo Procurador-Geral Adjunto do território: contactara um juiz por duas vezes com o propósito de que este arquivasse um processo e soltasse os dois arguidos presos. Estava em causa a televisão de Macau e a ligação desta a uma empresa de que eram sócios várias criaturas gradas ligadas ao partido socialista, mais uma empresa de um senhor chamado Robert Maxwell, que morreria mais tarde em condições estranhas. Após a minha saída do território o Governador Carlos Melancia revogou o meu despacho na parte em que fundamentava a demissão, não ignorando que isso abria a porta ao que veio a suceder: o demitido veio a recorrer para o STA e obviamente ganhou a causa, recebendo choruda indemnização.
Em suma: a razão substancial da demissão de Alberto Bernardes Costa não foi anulada pelos tribunais, foi anulada, sim, a habilidade do Governador, pela qual o meu despacho de demissão foi substituído por outro apto a ser anulado por vício de forma, ou seja por falta de fundamentação.
Quem quiser ler os documentos, pois está tudo documentado, é só ir aqui. Agradeço o favor de ser reposta toda a verdade».
Publicada por José António Barreiros
Nota: Podem ser vistos mais detalhes em
http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/viewtopic.php?t=67164&postdays=0&postorder=asc&start=250
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Passados precisamente três anos vale a pena recordar alguns passos do Discurso de Tomada de Posse do Presidente da República Cavaco Silva (09.03.2006) e dos cinco desafios que lançou. Será que os ganhámos, o que duvidamos, empatámos ou perdemos? Nesta altura afigura-se muito oportuno um balanço.
"..........
É por tudo isto que me atrevo a deixar perante esta Câmara e perante os portugueses cinco grandes desafios que, nas circunstâncias em que o País se encontra, considero cruciais para abrir caminhos consistentes de progresso. Para eles, os Portugueses esperam, com sentido de urgência, uma resposta da parte dos responsáveis políticos.
O primeiro desafio que quero destacar é o da criação de condições para um crescimento mais forte da economia portuguesa e, consequentemente, para o combate ao desemprego e para recuperação dos atrasos face à União Europeia. Sem isso, tudo será mais difícil.
Na vida das nações, cada geração tem o dever de legar à geração seguinte uma sociedade social, cultural e economicamente mais desenvolvida. É isso que os jovens têm o direito a esperar da nossa geração.
O segundo desafio refere-se à recuperação dos atrasos em matéria de qualificação dos recursos humanos.
O futuro de Portugal está indissociavelmente ligado ao que formos capazes de fazer no plano da qualidade da educação dos nossos jovens e da formação dos nossos trabalhadores. Trata-se, não só, de um elemento central da estratégia de desenvolvimento, mas também de um factor decisivo para a realização de uma efectiva igualdade de oportunidades, princípio fundamental de uma democracia moderna.
O terceiro desafio é o da criação de condições para o reforço da credibilidade e eficiência do sistema de justiça.
É hoje indisfarçável que se têm vindo a avolumar entre nós as preocupações acerca do funcionamento do sistema de justiça. Não se trata apenas de preocupações centradas na morosidade dos processos judiciais, mas também de sintomas de degradação da credibilidade e prestígio das instituições.
A justiça constitui um valor superior da ordem jurídica, um fim irrenunciável do Estado e a primeira e última garantia dos direitos e liberdades das pessoas.
O quarto desafio diz respeito à sustentabilidade do sistema de segurança social.
Tem vindo a desenvolver-se na sociedade portuguesa, tal como noutros países da União Europeia, um crescente sentimento de ansiedade quanto à capacidade do Estado assegurar no futuro o pagamento das pensões àqueles que completam o seu ciclo de vida activa.
É uma questão muito séria, que exige dos responsáveis políticos uma atenção especial.
Um quinto desafio que quero referir é o da credibilização do nosso sistema político, um domínio de crescente insatisfação dos cidadãos que importa não ignorar.
Numa sociedade fundada no princípio democrático, a política é uma das mais nobres actividades, porque tem a ver com a realização do bem-comum e com a preservação e reforço dos interesses perenes de uma comunidade nacional. E, precisamente por isso, a democracia não se esgota em eleições e alternância no poder. Ela é acima de tudo um código moral e é daí que advém a sua supremacia em face dos demais regimes políticos.
Os agentes políticos têm de ser exemplo de cultura de honestidade, de transparência, de responsabilidade, de rigor na utilização dos recursos do Estado, de ética de serviço público, de respeito pela dignidade das pessoas, de cumprimento de promessas feitas.
Um Estado ao serviço de todos, como se exige em democracia, deve ser servido pelos melhores e, por isso, a escolha dos altos responsáveis não eleitos não pode senão nortear-se exclusivamente por critérios de mérito, onde as considerações político-partidárias não podem contar.
Um regime que se funda neste conjunto de valores é um regime que tem de ser firme no combate à corrupção porque, justamente, ela corrói a democracia, porque lhe subverte os valores matriciais, cava injustiças num regime que tem a justiça como princípio essencial e porque prejudica o desenvolvimento.
Exige-se, por isso, em nome da democracia, uma luta permanente e sem tréguas a este seu inimigo: a corrupção. Exige-se firmeza nas leis, que urge ajustar para melhor combater as formas mais correntes de corrupção, e exige-se firmeza na investigação e na punição.

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As intenções desta petição contra a corrupção são louváveis e tenhamos esperança nos resultados:
"Um grupo de Deputados Europeus de vários grupos políticos, entre os quais se contam os Eurodeputados portugueses Ana Gomes e José Ribeiro e Castro, lançou uma petição online contra a corrupção.
Com o objectivo de recolher perto de 1 milhão de assinaturas de cidadãos europeus, os Eurodeputados à frente desta iniciativa esperam que o peso da opinião pública possa forçar as autoridades europeias e os Estados membros da União a propor legislação e mecanismos de combate à corrupção, em particular nas relações com países em vias de desenvolvimento.
Uma das medidas propostas é a análise dos fluxos financeiros pouco transparentes que entram na UE e têm origem em países em desenvolvimento, numa tentativa de minimizar os desvios de fundos financeiros da cooperação europeia.
O grupo de deputados entende que a corrupção é um entrave ao desenvolvimento, bloqueando a capacidade dos Estados de garantir que as populações têm acesso aos serviços mais básicos, como a nutrição, a educação, a saúde.
Ao mesmo tempo, os Eurodeputados concordam que a corrupção em países terceiros, com prejuízo para os cofres comunitários, é a razão principal da iniciativa.
A recolha de assinaturas é feita na página da Internet http://www.stopcorruption.eu/ .
As petições europeias estão previstas no novo Tratado de Lisboa que, eventualmente, entrará em vigor apenas em 2010.
Um grupo de pelo menos um milhão de europeus pode obrigar a Comissão Europeia a estudar e apresentar propostas legislativas relacionadas com determinada matéria."
No dia-a-dia deparamo-nos com questões de natureza legal, que confiamos a indivíduos que prestam inúmeros serviços nestas áreas, mas para os quais não têm qualquer qualificação.
Procuradoria Ilícita é o acto ilegal e abusivo de aconselhamento e representação jurídica promovido por essas pessoas e essas entidades não profissionais ou não credenciadas.
A Procuradoria Ilícita, actualmente tipificada como crime (lei 49/2004 de 24 de Agosto, Lei dos Actos Próprios dos Advogados e Solicitadores, art.º 7º), consiste na prática de actos próprios da competência de advogados e solicitadores – ou no auxílio ou colaboração a esses actos – sendo considerados como actos próprios:
PODER JUDICIÁRIO | |
2008.01.25 - intimação 016204-03 - UFSC - Página 1 de 1 |
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José Herculano Stuart Torrie de Almeida Carvalhais. n. Vila Real em 07 de Março de 1887, f. Lisboa em 02 de Março de 1961, foi desenhador/pintor, caricaturista/humorista e autor de banda desenhada (desde os seus primórdios em Portugal), entre outras actividades.

Os sinais de trânsito requerem-se bem legíveis, o que não será o caso deste, mal conservado. Embora a foto já tenha algum tempo, o sinal continua hoje no estado que se mostra."faltam muitas assinaturas.
Desculpem mas têm que perder um segundo.
Penso que é 'das tais coisas' em que nos sentimos úteis.
Muitas pessoas, que aparentemente nem se interrogam sobre o processo (inexistente) de contabilização das mensagens enviadas, ainda continuam sem parar para pensar a "repassar" este tocante apelo à sua sensibilidade e crença, infelizmente mais uma aldrabice em marcha.
Rua Reis Gomes em Lisboa. De quem se trata? Será João dos Reis Gomes (1869-1950)? |
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Tem circulado na Internet esta mensagem um pouco alarmista, sobre a qual obtivemos o parecer da DECO que inserimos no final da mesma. Não confirmámos com habitualmente a morada do originador indicada que normalmente não foi ouvido nem achado e ali é inserido para dar credibilidade ao relatado:
"Atenção ao golpe !
Para vosso conhecimento, aqui fica o relato de um lesado:
**Aviso importante**
"Olhe bem para esta caneta... (quando abrir o anexo aumente a visualização) e preste atenção! Infelizmente eu caí.
Passei um cheque para um lojista no valor de 123,50 Euros e usei a caneta dele.
Dias depois o cheque caiu na minha conta como 580,00 Euros... e o banco pagou. Quase tive um colapso na hora em que vi o meu extracto...
Agora estou com um processo aberto no banco, para apurar o ocorrido, e espero ter o meu dinheiro de volta.
Portanto, CUIDADO! Entrou no mercado outra caneta em que pode ser apagado o que se escreveu com ela. Esta caneta esta à venda. Não é preciso dizer mais nada sobre o cuidado que se deve ter ao aceitar uma caneta na hora de preencher um cheque.
Passe este e-mail. O que mais surpreende é que, há algum tempo atrás, este tipo de caneta foi proibido, justamente por causa deste golpe, e agora a mesma caneta volta a ser vendida!"
Realmente esta caneta está á venda:
A Papelaria Fernandes tem, no site de vendas online, este modelo, pela quantia de 1,65€ c/IVA.
A PMElink, outro site de vendas online de material de escritório, está a vender em lotes de 12, por 1,45€ cada.
Pelo que podemos concluir que, quem tenha intenção de as adquirir não terá muita dificuldade em encontrar nem será pelo valor da mesma.
Com os Melhores Cumprimentos
Francisco Simões Decisões E Soluções Consultores Financeiros Agência - Odivelas Rua Alfredo Da Costa, Lt. 13, Loja A 2675-634 Odivelas"Mail de resposta recebido da DECO:
Exmo. Senhor,
Agradecemos o seu email sobre caneta com propriedades que permitem ser apagada a respectiva escrita, o qual mereceu a nossa melhor atenção.
Relativamente à situação que nos descreve informamos que, de facto e pela pesquisa que efectuamos, existe um modelo com tais características vendido pela marca Papermate o que, por si só, não configura qualquer irregularidade.
Aliás, existem diversas borrachas no mercado que permitem, com melhores ou piores resultados, apagar a escrita de qualquer normal esferográfica. O email e a respectiva história que nos fez chegar parecem-nos, efectivamente, típico hoax. Contudo, ainda que tal situação tenha realmente ocorrido poderá o lesado recorrer às instâncias competentes pois a situação em causa configura um verdadeiro crime. Isto porque é a actuação do terceiro abusador, e não da caneta, que é fraudulenta.
Nesta matéria, como em tantas outras, aconselhamos sempre a maior das cautelas por parte dos consumidores.
Permanecemos ao dispor para qualquer esclarecimento adicional e subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos,
Serviço de Informação
DECO / PROTESTE
Refª: MAIL-024589-2008
Data: segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008
Assunto: Teste QI / Burla
NA SUA RESPOSTA INDIQUE, POR FAVOR, A NOSSA REFERÊNCIA
Exmo.(a) Senhor(a).,
Acusamos a recepção da carta/mail de V. Exa., cujo conteúdo mereceu a nossa melhor atenção.
Relativamente ao assunto exposto, cumpre-nos informar que a situação é verídica, tendo esta Associação divulgado um comunicado de Imprensa, alertando os Consumidores para estas práticas e reivindicando um conjunto de medidas que especialmente protejam os Consumidores nesta matéria.
Maia informamos que ontem (dias 16/12/2008) foi aprovado em Conselho de Ministros diploma que regula estas práticas
Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos, com os melhores cumprimentos.
O Gabinete de Apoio ao Consumidor
Ana Cristina Tapadinhas
(Coordenadora)
Ambas as placas em Lisboa.