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Contribuir para o aumento da consciência cívica dos portugueses; promover uma cultura de cidadania responsável e exigente; alertar para os efeitos nocivos da corrupção; veicular situações de falta de transparência.

Com a devida vénia e sem nos parecer necessária a tradução, este exemplo dos nossos vizinhos espanhóis condenando a mãe por uma agressão cometida pelo seu filho na escola, com sublinhado nosso:
La Audiencia de Sevilla ha condenado a una mujer a pagar 14.000 euros de multa por una agresión de su hijo en el Instituto de Secundaria en el que estudia. El tribunal considera que la "laxitud y tolerancia" de la mujer a la hora de educar al menor han motivado el comportamiento violento del adolescente.
La multa pagará el tratamiento para recomponer los dientes de otro menor, compañero de Instituto Castilla de Castilleja de la Cuesta, Sevilla. En el juicio, la mujer intentó desviar la responsabilidad hacia el centro educativo por no hacer "labores suficientes de vigilancia" de los alumnos, pero la sentencia estima que los adolescentes no necesitan una vigilancia tan rígida, sino que "la brutalidad e intensidad" de la agresión evidencian "una falta de inculcación o asimilación de educación y moderación de costumbrse en el agresor para la convivencia en valores".
La Audiencia confirma así el primer fallo judicial que hablaba de una "incorrecta educación", que los jueces equiparan a aquellas situaciones en las que los progenitores "permiten o no se preocupan de controlar que sus hijos no lleven al centro escolar objetos que puedan resultar en sí mismos peligrosos".
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| - São João de Deus | |
| Avenida António José de Almeida | |
| Rua Nunes Claro | |
| 12/01/1933 | |
| 21/01/1933 | |
| Era a Rua B do Bairro Social do Arco do Cego, situada entre a Estátua de António José D' Almeida e a Rua Nunes Claro. Nota : Uma Outra Rua B situada no prolongamento da Rua Desidério Bessa, foi nesta integrado. | |
| Informação em análise. | |
AVISO
Chegou, outra vez, aquela altura do ano!
Tal como muitos de vocês sabem, todos os anos a Internet tem que fechar por um período de 24 horas, de maneira a permitir uma limpeza geral.
O processo de limpeza, que elimina os e-mails perdidos, ftp's inactivos, www e outros locais perdidos. Isto permite melhorar a produtividade e aumentar a velocidade.
Este ano, o processo de limpeza terá lugar desde as 00:01 UT até às 23:59 UT de dia 1 de Maio (que por ser feriado universal irá causar impactos mínimos).
Durante este período de 24 horas, cinco poderosos motores de busca, situados em locais estratégicos do mundo inteiro, procurarão a Internet e apagarão quaisquer documentos obsoletos que encontrarem.
De maneira a proteger os seus dados valiosos, pedimos que faça o seguinte, ANTES das 00:00 UT de 1 de Maio:
1. Desligue todos os terminais e cabos de rede das ligações Internet.
2. Desligue todos os serviços que eventualmente possua na Internet.
3. Desligue todos os discos ou dispositivos de salvaguarda de dados da Internet.
4. NÃO ligue qualquer dispositivo à Internet, nem mesmo tente utilizar serviços off-line de mail.
5. Cancele todos os serviços eventuais que possua agendados para 1 de Maio.
Compreendemos a inconveniência que esta operação possa causar a alguns utilizadores da Internet, e pelo facto pedimos desculpa. De qualquer modo, estamos certos de que os inconvenientes serão largamente suplantados pelo aumento de velocidade e eficiência da Internet, uma vez que tenha sido cuidadosamente limpa do lixo electrónico.
Agradecemos a sua compreensão.
Mark Diardensen
(responsável para Portugal, da Interconnected Network(TM) - IRO *PT*)
Massachusetts Institute of Technology
As preocupações com o ambiente tem que dar lugar a medidas concretas. Estas que relatamos levam-nas a juntar as rolhas de cortiça com a finalidade abaixo descrita.
A partir de dia 22 de Abril (Dia da Terra) será iniciada a recolha nos restaurantes.
No Dia 5 de Junho (Dia Mundial do Ambiente) poderão ser colocadas nos 'Rolhinhas' dos Hipermercados Continente
Posteriormente está planeado alargar esta recolha a outros locais.
Assiste-se, actualmente, a uma grande pressão sobre as rolhas de cortiça, produto vital na cadeia de valor acrescentado que beneficia as comunidades rurais e que garante igualmente a sustentabilidade económica de todas as aplicações de cortiça. Esta pressão provém de produtos alternativos (vedantes sintéticos e cápsulas de alumínio), que são derivados do petróleo e do alumínio, indústrias ambientalmente nocivas.
Há, pois, que defender a rolha de cortiça como produto que garantiu e deverá continuar a garantir a manutenção do montado de sobreiros, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do continente europeu e que se estima absorver, por ano, 4,8 milhões de toneladas de CO2, um dos principais gases causadores do efeito estufa e do consequente aquecimento global. Como a cortiça é a própria casca da árvore, também retém CO2 e ao ser reciclada, evitam-se emissões deste gás para a atmosfera, contrariamente ao que acontece quando se decompõe ou é incinerada.
O GREEN CORK é um Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça desenvolvido pela Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente e a Biological. Tem como objectivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE”, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a nossa floresta autóctone, entre os quais o Sobreiro, Quercus suber.
O projecto foi construído tendo por base a utilização de circuitos de distribuição já existentes, o que permite obtermos um sistema de recolha sem custos adicionais, que possibilita que todas as verbas sejam destinadas à plantação de árvores. Tudo isto sem aumentar as emissões de CO2!
As rolhas de cortiça recicladas nunca são utilizadas para produzir novas rolhas, mas têm muitas outras aplicações, que vão desde a indústria automóvel, à construção civil ou aeroespacial.
A internacionalização do projecto está já a ser negociada. Em breve, as rolhas usadas de outros países europeus começarão a ser recicladas em Portugal, dentro de um esquema montado a partir daqui, resultando num contributo adicional para o esforço de reflorestações e conservação de florestas autóctones portuguesas. Este exemplo único de exploração de uma floresta autóctone, que conseguiu ao longo dos tempos conciliar criação de riqueza, serviço ambiental e impacto social positivo, irá agora completar este ciclo, renovando a própria floresta que esteve na sua origem.
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Aprofundando mais e recorrendo complementarmente às enciclopédias, conseguimos:
Álvaro Barata Salgueiro, advogado português, n. Oleiros, 1814, f. Lisboa, 06 de Maio de 1895. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, exerceu advocacia em Lisboa onde adquiriu elevada fortuna. Quando Rosa Araújo se propôs construir a Avenida da Liberdade em Lisboa, cedeu para o efeito terrenos gratuitamente e outros a preço reduzido. Como recompensa o seu nome foi dado à rua onde morava.
José Xavier Mouzinho da Silveira (n. Castelo de Vide, 12 de Junho de 1780 – f. Lisboa, 04 de Abril de 1849) foi um estadista, jurisconsulto e político português e uma das personalidades maiores da revolução liberal, operando, com a sua obra de legislador, algumas das mais profundas modificações institucionais nas áreas da fiscalidade e da justiça. Preso durante a Abrilada (1824), tornou-se intransigente defensor da Carta Constitucional pelo que teve de se exilar em 1828. Regressou ao Parlamento em 1834 para defender a sua obra legislativa, mas exilou-se de novo para França em 1836. Retirou-se da vida política durante os seus últimos dez anos de vida.
Ver mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Mouzinho_da_Silveira
Não faria sentido acrescentar nas respectivas placas toponímicas Barata Salgueiro Advogado – Benemérito 1814- 1895 e Mouzinho da Silveira 1780- 1849 Estadista – Político liberal ?
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Ainda há uma manifesta ignorância da generalidade da população sobre o que fazer aos óleos alimentares depois de usados e dos malefícios que causam ao ambiente quando não forem devidamente acautelados os procedimentos correctos recomendados: entregues nestes centros de recolha ou colocados nas suas próprias embalagens, devidamente rolhadas, no lixo indiferenciado.Tem circulado na Internet esta mensagem alarmista "hoax" (acompanhada de fotografias que não reproduzimos), sobre o qual obtivemos da DECO a informação mais abaixo transcrita:
POR FAVOR CIRCULEM ENTRE SEUS CONHECIDOS; ATUALIZAÇÕES SOBRE CÂNCER
Hospital Johns Hopkins - Cancer News from Johns Hopkins
Nenhum recipiente de plástico no micro.
Nenhuma água em garrafa no congelador.
Nenhuma cobertura de plástico em microonda.
Dioxina causa câncer, especialmente câncer de mama.
Dioxinas são altamente venenosas às celulas do nosso corpo. Não gele água em garrafa plástica, isso liberta a dioxina do plástico.
Recentemente, Edward Fujimoto, Gerente do Programa Wellness, no Castle Hospital, esteve em um programa de TELEVISÃO explicando esse perigo. Ele falou sobre a dioxina e como ela é perigosa para nós.
Ele disse que nós não devemos aquecer nossa comida em recipientes de plástico no microondas.
Isso se aplica especialmente a comidas que contêm gordura.
Ele disse que a combinação de gordura e calor alto libera a dioxina do plástico na comida e, no final das contas, nas células do corpo...
Ao invés, ele recomenda usar vidro, como Pyrex, ou recipientes cerâmicos para aquecer comida... Você tem os mesmos resultados, só que sem a dioxina Tão tais coisas como comida instantânea, sopas, etc., devem ser removidas da embalagem e aquecidas em qualquer outro recipiente.
Papel não é ruim, mas você não sabe o que ele contém. Há pouco está mais seguro usar vidro temperado, etc.
Ele nos lembrou que, há algum tempo, alguns restaurantes de fast food moveram longe dos recipientes de espuma para embalar. O problema da dioxina é uma das razões.
Também, ele mostrou aquela envoltura de plástico é da mesma maneira que perigosa quando postas sobre comidas para cozinhar no microondas. O calor alto faz as toxinas venenosas derreterem e saírem do plástico, gotejando na comida.
Em vez disso, cubra comida com uma toalha de papel.
Este é um artigo que deve ser enviado para qualquer pessoa importante em sua vida!
REENVIE A TDS AS PESSOAS Q SÃO IMPOORTANTE, MT IMPORTANTE E NÃO TÃO IMPORTANTES NA SUA VIDA
"Exmo. Senhor _____,
Agradecemos o seu email dando-nos conhecimento de uma mensagem cujo conteúdo se questiona, o qual mereceu a nossa melhor atenção.
Relativamente à questão que nos coloca informamos que, da nossa análise de tal email, parece efectiva e lamentavelmente, de estarmos perante mais um dos muitos “hoax” que nos vão surgindo, não sendo por nós conhecido qualquer fundamento de veracidade subjacente a este email que nos encaminha.
Efectivamente, quem tem uma caixa de correio electrónico, provavelmente já recebeu mensagens que alegam que os desodorizantes causam cancro da mama, que o uso de tampões está associado ao cancro do útero ou que alguns champôs têm uma substância cancerígena. Este tipo de mensagens, também conhecidas pela designação inglesa “hoax”,utilizam frequentemente uma linguagem pseudocientífica, sem fundamentação credível e cheia de imprecisões. A motivação por trás destes fenómenos em cadeia não será, muitas vezes, despida de interesses. Por vezes, visa formar bases de dados de endereços electrónicos. Também podem esconder interesses comerciais. Ou trata-se apenas de uma brincadeira de gosto duvidoso.
Muitos destes rumores têm origem nos Estados Unidos e dão a volta ao Planeta, e há sempre alguém (de boa fé ou por malícia) que se dá ao trabalho de os traduzir, por vezes, com algumas adaptações à realidade do país. Veja-se precisamente o caso da mensagem dos champôs com substâncias cancerígenas, uma das mais conhecidas. Nalguns países, vem assinada por um elemento da Universidade da Pensilvânia e, em Portugal, a tradução da mensagem inclui uma adaptação da autora, que passou a ter um nome português! E, muitas vezes, estes boatos usam abusivamente nomes e títulos profissionais para dar uma imagem de credibilidade. Por vezes, são pessoas que existem mesmo, como apurou a TESTE SAÚDE, no caso do alerta sobre desodorizantes que causam cancro da mama. Após o contacto com a suposta investigadora de uma universidade do Uruguai, esta respondeu que nada tem a ver com a mensagem e as alegações, sem fundamento, feitas em seu nome.
Nosso conselho para este tipo de situação: perante boatos alarmistas de saúde, quebre a cadeia de "desinformação". Se conhecer a pessoa que lho enviou, explique-lhe do que se trata e não reencaminhe a mensagem. E se tiver dúvidas em relação à veracidade dos factos, pode fazer uma pesquisa num motor de busca estrangeiro. Quase sempre, antes de circular no nosso país, estes rumores já passaram por outros pontos do Planeta e já foram identificados como boatos sem qualquer fundamento.
Por último, não podemos deixar de congratular v. Exa. pela sua postura atenta ao questionar este email e, assim sendo, quebrando a dita corrente de “desinformação”!
Esperamos ter esclarecido V. Exa. acerca deste assunto e permanecemos ao dispor para qualquer questão adicional.
Melhores cumprimentos,
Serviço de Informação
DECO / PROTESTE

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A Equipa Multidisciplinar de Investigação e Consultoria (EMIC) do Instituto Nacional de Administração, I.P. (INA, I.P.) e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) pretendem, através dum inquérito, recolher informação que se subordina ao tema “Serviço Público Ético – Sistematização dos processos de separação e recolha selectiva dos resíduos na Administração Pública”.
Os principais objectivos daquela pesquisa são, por um lado, a verificação do estado dos processos de separação e de recolha selectiva de resíduos no seio dos organismos públicos da Administração Pública portuguesa, e por outro, a proposta de formas de actuação que possam promover uma maior sistematização destes processos nos supracitados organismos.
Desta forma, estão a solicitar o preenchimento dum questionário que se encontra no seguinte link: http://emic.ina.pt/spe
Tentam, através desta colaboração, ser bem sucedidos na constituição de uma amostra representativa que os leve a resultados fidedignos.
Esperemos que tenham sucesso e que os resultados sejam apurados a curto prazo e positivos, pois tanto quanto temos vindo a observar na generalidade da Administração Pública pouca atenção estes aspectos vem merecendo, tal como a que é devotada ao consumo e poupança de energia.
"A falta de Vergonha"


José Botelho de Carvalho Araújo
Oficial da Armada, morto em combate no mar em 1918 contra os alemães
n. 18 de Maio de 1881 - f. 14 de Outubro de 1918
José Botelho de Carvalho Araújo, nasceu a 18 de Maio de 1881, na freguesia de São Nicolau, da cidade do Porto onde seus pais, que viviam em Vila Real, se tinham deslocado em visita a familiares.
Ingressou na Escola Naval, onde assentou praça, como aspirante de Marinha, em 12 de Outubro de 1895.
A título póstumo foi condecorado com a Cruz de Guerra de 1ª classe, Medalha de Prata comemorativa das campanhas do Exército Português no mar 1916/17/18 e condecorado com o 2º Grau da Ordem Militar da Torre e Espada, tendo sido por diversas vezes louvado.
Carvalho Araújo faleceu no dia 14 de Outubro de 1918 a bordo, no seu posto em combate contra os alemães, na ponte do Caça-Minas “Augusto Castilho”, que nesse dia em plena 1ª Guerra Mundial escoltava o vapor São Miguel, no mar dos Açores, que navegava do Funchal para Ponta Delgada.

O Sistema Nacional para a Busca e Salvamento Marítimo, criado em 1994, é dirigido pelo Ministro da Defesa Nacional, que para o efeito é apoiado por uma comissão consultiva a quem deve competir, nomeadamente (com sublinhado nosso):
Acompanhar a evolução e avaliar a importância das inovações surgidas,... bem como o impacte delas resultante nas operações de busca e salvamento marítimo, ....;
Examinar as informações relativas às operações de busca e salvamento, avaliar a eficácia das medidas em vigor e propor os melhoramentos necessários;
Aconselhar, com base na experiência recolhida pelos serviços... sobre a melhor utilização dos meios, equipamentos e materiais de busca e salvamento marítimo, bem como sobre a necessidade de novas aquisições;
Propor os procedimentos que considere mais apropriados relativamente à utilização de navios e aeronaves em operações de busca e salvamento marítimo;
Aconselhar sobre os aspectos normativos e administrativos dos organismos relevantes para a busca e salvamento marítimo.
Tudo isto não foi feito de 2004 até pelo menos aos princípios de 2007, em resultado de a Comissão não ter estado em funcionamento.
O que é que a embarcação estava a fazer naquela zona e tão próximo de terra em situação de perigo muito acrescido?
Porque é que o pessoal embarcado não envergava os coletes de salvação quando seria mandatório que assim estivesse naquelas circunstâncias?
A falta de respostas e de confrontação com a verdade poderá constituir uma justificação para não prejudicar o direito das famílias aos seguros?
Não será de confrontar os profissionais do mar com a realidade, prevenindo assim a ocorrência de idênticos casos no futuro?
Do Relatório da Inspecção-Geral do MDN, com sublinhado nosso, é interessante reter o que foi escrito, em especial a suavidade da forma como foram tratadas estas questões, em nosso entender básicas para a salvaguarda de vidas humanas e quando estavam e estarão em causa as próprias vidas dos navegantes:
Reputa-se muito importante desenvolver uma cultura de salvaguarda da vida humana no mar e melhorar os procedimentos, pelos navegantes, no que respeita à emissão de pedidos de socorro.
Importa, assim, aumentar o esforço pedagógico junto das comunidades piscatórias e outros navegantes visando a sensibilização para a importância do uso correcto dos equipamentos individuais de salvamento e para a indispensabilidade de activar os instrumentos de socorro disponíveis, em tempo e com a margem de resguardo necessária a uma eficaz actuação dos meios de salvamento.
O Ministro da Defesa Nacional mandou proceder a uma auditoria, feita pela Inspecção-Geral do Ministério da Defesa Nacional (MDN), divulgada sob o título:
CONCLUSÕES DO RELATÓRIO DA AUDITORIA AOS PROCEDIMENTOS DE BUSCA E SALVAMENTO EM VIGOR NA MARINHA E NA FORÇA AÉREA
http://www.portugal.gov.pt/Portal/Print.aspx?guid=%7B48512C78-5C8C-4174-9CC5-7CCDEDB8364A%7D
Já nos tinha causado estranheza que a Comissão Consultiva para o Sistema da Busca e Salvamento Marítimo não se tivesse pronunciado e mesmo substituído à Inspecção-Geral. Nas competências da comissão consultiva, criada no princípio de 1994 como órgão de apoio ao Ministro, prevê-se aquela função, como analisaremos noutra altura.
Mas o Relatório, ou as suas Conclusões, permitem-nos conhecer este aspecto da realidade, cuja gravidade não vi até hoje apreciada e devidamente imputada:
A comissão consultiva para o Sistema de Busca e Salvamento Marítimo não reunia à data da auditoria (2007) desde 2004.
Quem foram então os responsáveis desde 2004?
Para além do actual Ministro da Defesa Nacional Prof. Nuno Severiano Teixeira, em funções desde 03 de Julho de 2006.
(XVII Governo Constitucional)
Dr. Luis Filipe Marques Amado
(XVII Governo Constitucional)
De 12 de Março de 2005 a 3 de Julho de 2006.
Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas
(XVI Governo Constitucional)
De 17 de Julho de 2004 a 12 de Março de 2005.
Não seria de acrescentar nada, a título informativo, nesta placa toponímica?.jpg)
No mínimo Rua Bernardo de Passos, 1876-1830, Poeta.
Bernardo de Passos nasce a 29 de Outubro de 1876 e morre em Faro, a 2 de Junho de 1930.
Foi poeta (descobriu a veia por volta dos nove anos).
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Curiosa esta caracterização para a posteridade de Eduardo Fernandes. Parece que estamos num concurso de televisão, ou que a generalidade das pessoas terá de se fazer acompanhar dum dicionário de língua portuguesa. Quem nos saberá explicar porque não escreveram antes médico?
O Largo Azeredo Perdigão, em Lisboa, junto à Avenida de Berna e às instalações da Fundação Calouste Gulbenkian, tem estado assinalado como as fotografias documentam.
Esta assinalável falta de zelo, também incompreensível, levou a pensar um passante que ali estaria a campa do Dr. Azeredo Perdigão.Fotos 09092007 e 08112007(11)
Fernão Lopes (~1378/1380 — 1459?) foi funcionário do paço e notário, nomeado cronista pelo rei D. Duarte, escreveu as crónicas dos reis D. Pedro I, D. Fernando e D. João I (1.ª e 2.ª partes). Guarda-Mor da Torre do Tombo.
Nasceu em Lisboa cerca de 1380, numa família de camponeses ou de mesteirais. Terá frequentado a Escola Catedral de Lisboa. 1418: Regista-se o mais antigo documento existente sobre o cronista, revelando a sua condição de Guarda-Mor da Torre do Tombo. Assinala-se também a sua posição como escrivão de D. João I e do infante D. Duarte. 1419: Por ordem do infante D. Duarte, começa a redigir a Crónica dos Sete Primeiros Reis de Portugal; escreve depois as crónicas de D. Pedro e D. Fernando, bem como as duas primeiras partes da crónica de D. João I. 1422: Exerce a função de escrivão da puridade do infante D. Fernando. 1434: D. Duarte, acabado de subir ao trono, concede ao cronista uma tença de 14 000 réis anuais e carta de nobreza, como reconhecimento pelos seus méritos. Passa a usar o título de «vassalo de el-rei». 1451-52: A idade avançada obriga-o a afastar-se do seu trabalho na Torre do Tombo vindo em 1454 a ser substituído no cargo de «guardador das escrituras do Tombo» por Gomes Eanes de Zurara. 1459: Fernão Lopes terá morrido pouco tempo depois, provavelmente em 1460.
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Foto 06112007(001)
Nesta placa toponímica de Sintra (ex-Cintra), parece-nos culturalmente insuficiente a indicação ali constante, apenas Rua Marechal Saldanha, até por comparação com outras mais completas existentes nas proximidades.
Quando viveu e em que se distinguiu? Haverá certamente sobre o Marechal Saldanha algo mais a acrescentar nesta placa, que elucide quem por ali passe. No mínimo o período em que viveu: 1790 - 1876.
João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun (Azinhaga, Golegã, 17 de Novembro de 1790 — Londres, 21 de Novembro de 1876), 1.º conde, 1.º marquês* e 1.º duque de Saldanha, foi um marechal do exército português. Homem de Estado do tempo da Monarquia constitucional, influenciou de forma substancial o rumo dos acontecimentos do país ao longo de meio século. Foi inúmeras vezes ministro, assumindo designadamente as pastas da Guerra e dos Negócios da Fazenda. Foi também, por quatro vezes, primeiro-ministro de Portugal (em 1835, entre 1846 - 1849 e 1851 - 1856 e em 1870).
Era poliglota, falava francês, inglês e espanhol. Durante o seu governo no Rio Grande do Sul, no qual tomou posse em 20 de Agosto de 1821, conseguiu manter Porto Alegre relativamente em paz, a despeito das constantes manifestações em prol de mais liberdade política para a província. Em 08 de Agosto de 1822 é chamado de volta ao Rio de Janeiro.
Pela via materna (Maria Amália de Carvalho e Daun) era neto do marquês de Pombal.
Nota* Marquês de Saldanha foi um título nobiliárquico criado pela Rainha D. Maria II de Portugal, por decreto de 27 de Maio de 1834, a favor do Marechal João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun, em substituição do título de Conde de Saldanha que lhe havia sido concedido a 14 de Janeiro de 1833. Ao mesmo Marechal Saldanha, foi-lhe concedido o título de cortesia de Duque de Saldanha a 4 de Novembro de 1846.